Activistas no Uíge dizem estar a ser alvo de perseguição

Por Monir Francisco

Activistas envolvidos em recentes manifestações no Uíge dizem estar a ser alvo de perseguições que visam intimida-los e tencionam organizar uma manifestação de protesto. Um dos activistas Jorge Kisseque disse que já foi vitima disso por duas vezes. Na primeira vez foi perseguido por um veículo Land Cruiser que o tentou “fechar”.

“Eu tive que acelerar, mas por sorte estava próximo das bombas de gasolina onde me refugiei”, disse. Mais recentemente um seu veículo foi danificado por atacantes desconhecidos. Um dos vidros foi partido e uma porta amolgada a pontapé. Kisseque disse não entender o porquê destas perseguições porque o activismo “não é golpismo”. “Um activista deve ser visto como um parceiro do estado”, disse

“O activista não está aqui para criar dificuldades ao estado, mas sim para despertar o estado para as áreas onde não actua seriamente”, acrescentou. Kisseque disse que é intensão dos activistas organizarem uma manifestação para protestar contra as perseguições que não irão intimida-los. “Apesar disso não vamos parar” prometeu o ativista.

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