Líder dos Crentes defende colocar a economia do Uíge e do país ao serviço dos angolanos

Por Alfredo Dikwiza

Luanda, 25/01 (Wizi-Kongo) – A necessidade de colocar a economia aos uigenses e do país ao serviço dos angolanos foi, hoje, sábado, na cidade de Luanda, defendida pelo líder do partido Os Crentes, Bruno dos Santos, ou simplesmente, Brigadeiro 10 Pacotes, sob formas a garantir maior sustentabilidades das famílias e de um crescimento harmonioso de Angola.

Brigadeiro 10 Pacotes que falava no Cine África, no Hoji-ya-Henda, na presença de militantes, amigos, simpatizante e a não só, durante a conferência de imprensa que deu a conhecer a existência do seu novo partido político em Angola, reforçou as linhas de acção dos Crentes em colocar a economia ao serviço dos angolanos, isto é, atendendo às necessidades fundamentais das famílias deste país, sem descriminação, igualmente, sustentou, implementar uma nova redistribuição da riqueza que obedeça os princípios da igualdade e da justiça social.

O também conhecido como defensor dos direitos humanos, um estatuto que ganhou em Angola e além-fronteiras, fruto das suas lutas que sempre demonstrou na igualdade das oportunidades e tanto mais, igualmente, destacou, defender os fundamentos da vida social, com destaque a família e a vida, da solidariedade entre gerações e edificar um país novo, próspero, competitivo e de bem-estar, administrado por funcionários justos, humanistas que amam Angola como um país onde ninguém possa sofrer injustiças dos governantes e que todos vivam por debaixo de um teto digno, sem passar fome, frio ou sede.

Quanto a educação, Brigadeiro 10 Pacotes, anunciou proteger o direito igual a este sector para todas as crianças e jovens e fazer da escola num lugar de instrução verdadeiro, tendo como finalidade de formatar as consciências dentro do espírito saudável, construir uma sociedade livre, justa, plural, participava, laica, solidária, igualitária, democrática e social com igualdade de todos os cidadãos. Também admitiu defender o respeito dos direitos humanos garantidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 das nações unidas e em outros tratados internacionais ratificados por Angola.

Construir um Estado forte verdadeiramente soberano e independente, uma verdadeira nação de patriotas ligados às suas raízes, identidade e cultura, desenvolver as línguas nacionais, garantir segurança do país nas suas fronteiras com as pessoas e bens protegidos, bem como a natureza e o meio ambiente, rumo a edificação de um país pacífico.

O carismático revolucionário afirmou que o MPLA destrui Angola e os angolanos, todos os dirigentes do MPLA saquearam a riqueza do país para realização das suas vidas e dos seus familiares, deixando os angolanos na pobreza extrema, cujo surgimento Os Crentes tem por objectivo em apresentar uma nova geração de indivíduos provenientes da sociedade civil, de vários estratos sociais de pessoas que nunca tiveram participação nos assassínios da guerra civil ocorrida em Angola, que terminou em 2002, e, que se diga como causa grandemente na divisão das famílias, da falta da unidade nacional e da grave intolerância polícia existente no solo pátrio.

“Eu amo Angola e os angolanos, sou um patriota, eu e os angolanos a história laçou traços de amizade que ninguém pode desfazer, essa amizade é forte e sincera, coloquei a minha vida em risco em defesa da liberdade, da democracia e dos direitos humanos dos angolanos em oposição ao barbarismo, selvageria, da ditadura, da corrupção, do nepotismo, da miséria e dos interesses instalados do grupo que se sente dominar Angola”, citou em viva voz e em resposta ter recebidos fortes aplausos, assobios e gritos das centenas e centenas de pessoas que se fizeram presente no local da conferência de imprensa.

Assim, continuo com o seu discursos, os jovens também lutam todos os dias contra opressão do MPLA, contra o desemprego em massa, contra exclusão, contra falta de oportunidades, contra ideias do mal, por isso, muitas vezes são odiados, perseguidos porque recusam a escravidão, o sofrimento, a humilhação, a dominação pelos direitos, por actos de injustiças que é transmitida de geração em geração e que a emigração tem sido a escolha de muitos angolanos porque não vêm a esperança e o futuro do país, onde não existe os direitos humanos básicos para o ser humano viver correctamente.

Em Angola existe escravidão, homens, mulheres e crianças são usados em trabalho servil como mão-de-obra barata escrava, profundou, Brigadeiro 10 Pacotes, justificando que essas pessoas são pagas com comida e outros com um salário miserável que não lhes permite ter uma vida de qualidade e uma existência digna como seres humanos. “Isto é crime, não apenas contra os angolanos, mas sim, é um crime contra o homem, como um todo”, reforçou.

Neste país o povo sofre, geme e chora desde 1975 com um modelo de governação catastrófica, lembrou, tendo suas palavras causar uma enorme emoção entre os presente através da verdade revelada, depois, destacou, em todo este período os angolanos vivem sem justiça social, estão agasalhados numa autoridade absoluta, cujo povo é tratado sem humanidade, dignidade e respeito, falta de tudo neste país, desde os mais básicos direitos, nomeadamente, água, energia, habitação, estradas, emprego, escolas, hospitais, alimentação, vestuário, saneamento básico e muito mais.

Com uma voz activa feita a de um Leão a urgir no meio da selva, o ainda chamado de Messias, referiu que em Angola impera o governo dos homens e não das leis, impera a lei dos mais fortes como num estado de natureza de acordo com o que dizia o inglês Tomas Hobbes no estado de natureza, o que reina é a violência, o mais forte devora o mais fraco, é neste princípio no qual os angolanos são governados por um grupo de bandidos bárbaros, selvagens e assassinos que dirigem a república há anos, quase meio século.

Há feridas abertas na alma de cada um de nós, transpirou fundo o líder dos Crentes e tendo parado por uns trinta segundos no seu discurso, de volta ao fôlego, admitiu, a plena certeza que cada angolano já foi vítima das injustiças e da violência deste regime brutal e sanguinário.

“Sou um de vós”, espelhou, “eu vim do musseque do Cazenga, sinto a vossa dor, o vosso sofrimento, porque conheço a vossa realidade, as dificuldades, as vossas necessidades, pois, vocês nunca beneficiaram da ajuda da solidariedade e da protecção do Estado, vocês são os esquecidos da república de Angola e são tratados com desprezo por quem possui o dever de vos proteger e de servir-vos, porque é esse o contrato social que foi firmado entre os governantes e os governados”.

Depois da divulgação Os Crentes, em conferência de imprensa, as baterias estão agora viradas na recolha de assinaturas e em seguida dar-as entrada ao Tribunal Constitucional, com vista ao seu reconhecimento aos órgãos de justiça do país e, assim, abrir a possibilidade em participar nas eleições de 2022.

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