Uíge: Biodiversidade abordada em conferência na Sétima Região Académica de Angola

director da investigação científica e pós-graduação da Universidade Kimpa Vita, Morris Zombo.

Por Alfredo Dikwiza e Jeremias Kaboco

Uíge – A biodiversidade, será tema em abordagem na 2ª conferência nacional de 20 a 21 de Setembro do ano em curso, pela Universidade Kimpa Vita (UNIKIV), sedeada na Sétima Região Académica de Angola, em colaboração com o governo da província do Uíge, com o lema: “preservação da biodiversidade e os ecossistemas para garantir o desenvolvimento sustentável”, a 2ª conferência nacional vai decorrer no campus universitário do Kimpa Vita, com entre outros aspectos ligados aos “gafanhotos”, “grilhos”, abelhas”, “animais selvagens e caça”, “reservas naturais”, “bactérias e vírus” e “ambiente aquático e pesca”.

A “diversidade genética”, “zonas urbanizadas e biodiversidade”, “plantas medicinais”, “conservação da espécie”, e “pobre e gestão de biodiversidade”, igualmente, entre outros aspectos, fazem partes dos conteúdos a serem abordados na mesma actividade.

Em declarações, hoje, quinta-feira, ao Wizi-Kongo, o director da investigação científica e pós-graduação da Universidade Kimpa Vita, Morris Zombo sustentou que a mesma conferência alinha-se aos objectivos de promover o diálogo sobre a investigação científica em planos nacionais e internacionais de desenvolvimento, em partida da estratégia e ao plano de acção nacional para a biodiversidade do ministério do Ambiente de Angola, bem como do plano nacional de desenvolvimento.

Segundo ele, a conferência visa por outro, promover o diálogo para que se encontre uma linha de consideração como elemento preponderante sobre a biodiversidades, uma vez que os cientistas neste tema vão abrir caminhos que seja aproveitado pelos governantes e, com isso, se encontre diplomas que visam contribuir para um meio ambiente próprio para viver.

Com isso, sublinhou ser possível alcançar os objectivos sustentáveis das Nações Unidas e o plano de Angola 3063 da União Africana, que, através deste diálogo, as instituições e organizações académica, governamentais e não-governamentais contribuem na elaboração de estratégias eficazes de implementação de políticas que, em última análise, contribuam para a preservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável”, afirmou o investigador.

Reforçou que a exploração dos ecossistemas deve ser feita de forma sustentada e não exagerada, para que se continue garantir a vida em todos os ambientes e só assim será possível despertar as comunidades sobre a importância da biodiversidade.

Por sua vez, o director do gabinete de informação científica e documentação do Kimpa Vita, Augusto Luganga, um dos responsáveis pela organização do evento, assegurou que as condições estão a ser criadas antecipadamente para que quando chegar o momento nada possa faltar de relevo.

Afirmou que a realidade em que se encontra a Sétima Região académica e de acordo com os problemas observados obrigou a instituição voltar a realizar outra conferência, dois anos depois, para que se colha experiências e contribuições salutares com vista a criar uma base de dados capaz de garantir a segurança dos seres vivos, bem como na gestão no meio ambiente.

Para o êxito da actividade, serão como convidados cientistas da África do Sul, Namíbia, Polónia, Alemanha, Portugal e nacionais, que todos sentarão em mesa redonda, entre os seus 12 paines, distribuído em quatro blocos cada.

Wizi-Kongo

Augusto Lunganga e Morris Zombo, Docentes da Uinviersidade Kimpa Vita.

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