Quo vadis povo mukongo? Uma triste observação sobre a falta da solidariedade entre bakongo.

Eminentes activistas do Kongo-angolano: à direita, o Reverendo Ntoni Nzinga e à esquerda, o activista cívico, Alberto Tunga.

Por Makuta Nkondo

Quo vadis povo Mukongo?

Uma triste observação sobre os bakongo.

Quando morre um quadro considerado, líder para os bakongo, os manos nomeadamente Tunga Alberto, Ntoni a Nzinga, Nsikalangua, Kaparakata, etc., não aparecem ao completo no óbito ou no funeral.

Não apareceram ao completo no óbito do Maestro Competente, da viúva de Mfulumpinga, de Paulino Pinto João (PPJ), do Reverendo Andre Masaki, de Holden Roberto, de Emmanuel Kunzika, de Dialo e agora de Ambrosio Lukoki.

Nem se quer Tunga Alberto lhe informou da morte do papa Mavuila.

Makuta Nkondo foi à igreja Exército de Salvação no Palanca quando o corpo da viúva de Mfulumpibga passou por lá, nem à cadeira tinha direito, assistiu-se a uma luta titânica e vergonhosa entre pastores pelo uso da palavra. Que vergonha!

Na IEBA do Palanga com o obito do Maestro Competente ele teria vivido a mesma situação, se não fosse o irmão Tunga Alberto que lhe deu um acento, por iniciativa própria.

“A grande senhor, grande honra” – diz-se,

Que solidariedade, unidade e progresso dos bakongo se procura?

Esta desunião tem cores nomeadamente regionais ou tribais, bazombo e ba sansala ou Uige e Zaire, religiosas, católicos e protestantes (entre IEBA e Exército de Salvação), políticas, UPA, PDA (Pdp-Ana), MPLA (UNTA), UNITA, etc.

Esta falta de solidariedade destrói o povo mukongo.

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