Estudantes do Kimbele abordam importância dos símbolos nacionais

Imagem de arquivo

Uíge – O respeito aos símbolos nacionais e órgãos da soberania estiveram em abordagem no município de Kimbele, província do Uíge, durante uma palestra com os estudantes do I e II ciclos do ensino secundário, no quadro das celebrações do 42º aniversário da independência nacional, a assinalar-se a 11 de Novembro.

Em declarações, o administrador municipal de Kimbele, Manuel João, aconselhou os estudantes a respeitarem os símbolos nacionais e órgãos da sobernia, tendo em consideração o seu significado e importância.

Manuel João explicou que o evento teve como objectivo esclarecer aos estudantes, por serem jovens, o quanto custou a independência para os angolanos.

Disse que a libertação do país do jugo colonial envolveu grandes sacrificios aos angolanos, “tendo muitos dos quais vertido  o seu sangue”, o que se reflecte nos símbolos nacionais.

Referiu que Angola vive já em paz efectiva,  fruto dos esforços dos seus filhos, estando agora os desafios virados para a reconstrução do país, onde a classe académica é chamada a contribuir.

Acrescentou que o governo precisa de jovens com capacidade para interpretarem os fenómenos que afectam a sociedade, pedindo a contribuição de todos os académicos para que, com o seu saber, se possa desenvolver a circiunscrição e a província em geral.

Na ocasião, o historiador Simão Capitão disse que um símbolo é uma representação concreta de identidade do país, segundo a sua legitima consagração.

Para ele, a bandeira da república, a insignia e os órgãos da soberania são aqueles que têm o poder ou autoridade suprema.

Simão Capitão realçou que os simbolos nacionais devem merecer respeito da parte dos cidadãos, dentro dos valores éticos, cívicos,  morais e culturais, por constituir elementos importantes para a nação.

Esclareceu que só é possível a autenticidade identidária de uma nação como conjunto de indivíduos de um país, caso apresente os seus verdadeiros simbolos que o define autonomamente.

Acrescentou que os órgãos da soberania, segundo a lei, são legítimos e têm o dever de respeitar a separação e independência dos poderes e de funções estabelecidas na constituição, visando a administração da justiça.

Participaram da palestra, além dos estudantes do I e II ciclos do ensino secundário, autoridades tradicionais, entidades religiosas, políticos e outros convidados.

Via Angop

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