DOMINGOS VETOKELE “DOMI-BAR”, o filantropo na luta de libertação de Angola.

 

Domingos Ndiongele Kanda VETOKELE “Domi-Bar”, foi um dos fundadores da FNLA, em conjunto com Eduardo Pinnock, Rosário Neto, J. Savimbi, David Livromentos, Holden Roberto, Sanda Martins e outros.

Empresário e filantrópico que político, Domingos Vetokele “Domi-Bar”, foi um dos pesos-pesados na comunidade angolana na actual RDC. Em todas associações políticas angolanas onde foi membro, muitos nacionalistas traziam ideias e iniciativas como derrubar o colonialismo em Angola, ele, contribuiam com seu dinheiro, muito dinheiro mesmo!

A maioria parte dos movimentos políticos angolanos instalados no Congo-Kinshasa, naquele tempo, beneficiou da sua generosidade sem limites, do MPLA à FNLA, passando pelo MDIA, Nkutu a Nsímbani, ALIAZO e PDA. O seu Bar, foi um lugar de reencontro de angolanos de todas as tendências, pois não tolerava divisões no seio de angolanos refugiados naquele país visinho do norte de Angola.

Domingos Vatokele frenquentou e albergou muitos nacionalistas angolanos, sobretudo os que vinham no interior de Angola e não só, a lista é longa!

Em 1961, ajudou muitos refugiados angolanos que fugiam a repressão colonial, intergrando-os na vida social congolesa e 14 anos depois, no regresso deles para Angola, disponibilizou os seus numerosos camiões para transportar-los.

Pelo seu imenso contributo na luta de libertação de Angola, o MIREX nomeou-o como presidente da comunidade angolana na RDC, a maior comunidade de angolanos no estrangeiros, em princípio dos anos 80.

Domingos Vetokele, nasceu na sede da comuna de Kibokolo, no município do Zombo, província do Uíge, em 1926 e faleceu no dia 19 de Outubro de 1987.

Comentário

2 Comments

  1. Kimbote kieno zi m’pangi! Que as suas almas descansam em paz, o meu falecido pai também falava muito de Domi-Bar. Este mesmo ano perdemos o Papy Ipepy,em País, ntekelo dele, que sempre falava de Angola embora frequentando a comunidade Congolêsa, também falava kikongo sem qualquer receio.

  2. Kimbote kieno zi m’pangi! Que as suas almas descansam em paz, o meu falecido pai também falava muito de Domi-Bar. Este mesmo ano perdemos o Papy Ipepy,em Paris, ntekelo dele, que sempre falava de Angola embora frequentando a comunidade Congolêsa, também falava kikongo sem qualquer receio.

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