Reddy Amisi em Luanda para inaugurar Royal Tudilu Night Club no Kasenda

O produtor Paulo Tudilu e Reddy amisi no Lounge terraço de Tudilu Royal, no Kasenda/Luanda.

O vocalista de charme e autor-compositor congolês Reddy Amisi está em Luanda, pela segunda vêz, num espeço de dois anos, para produzir  espectáculos musicais e não só, como convidado especial do patrão das organizações Tudilu Eventos, Paulo Tudilu, para inaugurar, no bairro Kasenda, um Night Club, no imóvel Tudilu Royal, que conta já com um lounge, no seu terraço.

O artista congolês foi a cabeça do cartaz, na passada sexta feira, dia 16 do presente mês, no espectáculo inaugural do Night Club luandês, que contou com vários artistas e DJ’s. O evento que iniciou às 22 horas, cheio de cores e son, só terminou na madrugada do dia seguinte.

Ontém, sábado, dia 17, foi a vêz da Esplanada-Bar JUAMOR , situada nas imediações do Kimbangu, no Bairro Sapú, que beneficiou a actuação do artista congolês. Reddy Amisi aqueceu musicalmente os habitantes do municipio de Kilamba Kiaxi onde estão localizados os distritos urbanos do Palanca e de Sapú, em Luanda. O espectáculo foi igualmente uma produção de Tudilu Eventos, com direito a entrada de Kz. 3000.00,. O espectáculo contou com muitos artistas como Kyaku Kyaddaf, entre outros.

Recordamos que a Esplanada-Bar JUAMOR, verdadeiro sanctuário da Rumba ango-kongolesa em Luanda, é uma propriedade do empresário angolano Júnior Amorim, onde todos fins de semana, amadores deste rítimo originário bacia hidrográfica do Kongo, deslocam-se para “queimar saudades”, assistindo vários espectáculos ligados a essa cultura angolana.

Está previsto a produção de um outro espectéculo, desta vêz ao ar livre, no campo conhecido por Zaba, localizado no Bairro Palanca, no municipio de Kilamba Kiaxi.

Quem é o Reddy Amisi?

Reddy Amisi é um dos autores compositores de talento  que a rumba ango-kongolesa possue neste momento. Foi umas principais vozes graves de suporte da vôz muita fina do Papa Wemba no interior de Viva la Música, agrupamento musical onde se revelou e evoluiu de 1982 a 2001.

Em 1982, Papa Wemba vai sofrer a terceira vaga de dissidência no seu conjunto musical, designado por Viva la Música, a primeira foi em 1977, com Karawa Musica e a segunda, cxom Langa Langa Stars, em 1981.

A última rebeliâo (1982) dos seus músicos foi a mais espectacular, com a partida quase da maioria dos músicos, sob a instigação do angolano Pedro Amador Guimarães “Bipoli na Fulu”, levando consigo Emeneya Mubiala Kester, o chefe da orquestra, para formar o glorioso Victoria eleison, “a Victoria é certa a luta continua”, deixando Papa Wemba com depressão, que obrigou-o a exilar-se em Paris em 1988, levando consigo músicos que recrutou depois, entre outros, Lidjo Kwempa, Luciana Demingongo, Stino e Reddy Amisi. Os citados músicos juntaram-se aos fieis que não seguiram os rebeledes entre outros fafa de Molokai, Jadot le Cambogjen e o solista Bongo Wende (integrou Victoria dois anos depois em 1984).

Em Paris, Reddy lança a sua primeira obra de envergadura com o título Kotida (1988) e em seguida um CD com título “Queen Lina” (1989), em que ele próprio vai assumir a maioria dos vocais principais num coro em que participa o próprio Papa Wemba, coisa rara (!) na historia de Viva la Música, o que aumentou a estima entre os melomanos. Desde então, a sua vôz vai quase rivalizar do seu patrâo, nos principais vocais na maioria parte de dos CD que Viva la Música vai produzir durante a sua longa estadia em Paris.

De origem jaga no Bandundu, Remy-Jules Mela Namuisi Ngoy , o seu verdadeiro nome, nasceu em Leopoldville, na Comuna de Ndjili, no dia 05 de Maio de 1960.

Iniciou a sua carreira em meados dos anos 70, num agrupamento infantil Chem Chem Yetu, passa nos agrupamneto, Sambole, Juvenil e T. P Lingwala onde em 1980, será notado por Koffi Olomide que vai ser como o seu mentor.

Sera o Koffi Olomide que vai o apresentar ao Papa Wemba, artista que vai lhe dar mais visisbilidade. Deddy Amisi vai ser o autor compositor de muitos CD de sucessocomo: Zakina (1988), Quee Lina (1990), Injustice (1992),como: Zakina (1988), Quee Lina (1990), Injustice (1992),Prudence (1994), Ziggy (1997), Etoile (1999) et Fin d’exil (2001).

Em 2002, Bailo Canto, outro seu nome, montou o seu próprio agrupamento co a designação de “Caso Canto”que o acompanha até hoje, com produção de muitos CD.

 

Os clientes do Lounge Tudilu Royal, no Kasenda: Imagem do wizi-kongo

 

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