Professor que deu fim a sua própria vida por enforcamento foi hoje a enterrar na sua terra natal

Imagem: adaptada ao artigo

Por Jeremias Kaboco

Uíge, 28/07 (Wizi-Kongo) – foi hoje a enterrar no município do Púri o cidadão de 37 anos que em vida respondia pelo nome de Paulo Leitão Mahula, professor que lecionava a disciplina de sociologia no liceu do Uíge, tirando a sua vida por enforcamento por questões passionais.

Foi a enterrar esta quarta-feira o cidadão de 37 anos de idade por motivos de uma alegada traição da sua esposa, o facto ocorreu nesta segunda-feira (26/07) no bairro papelão zona 3, concretamente no divino pastor segundo avançou os Serviços de Investigação Criminal no Uíge.

De acordo o porta-voz do SIC, Luís José Zacarias Fernando que falou a imprensa, os Serviços de Investigação Criminal tomou o conhecimento por volta das 20 horas do dia (26), quando apareceu ao piquete um parente do malogrado que em vida se chamou de Paulo Leitão Mahula, de 37 anos, mostrava-se preocupado pelo facto de que o malogrado já não atendia os telemóveis a mais de 24 horas de igual modo não respondias o SMS.

“Este preocupado deslocou-se a residência do malogrado tendo batido o portão por varias vezes e ninguém o respondia, daí espreitou e notou que havia no interior do quintal a viatura do malogrado tendo este pulado o murro do quintal e notou que a porta da residência estava aberta e por sua entrou na residência tendo encontrado o seu parente estatelado na sala, este por sua vez com susto e tendo dado conta que havia uma corda no corredor da residência dirigiu-se ao SIC de forma a apresentar a situação” disse porta-voz

Luís José Fernando avançou ainda dizendo que a SIC fez deslocar uma equipa até ao local, que, posto no local encontrou o cidadão no caso o malogrado estatelado na sala da sua residência e o mesmo encontrava-se já morto por enforcamento e encontrou-se uma corda no caso atadores de uma sapatilha já rebentado e por sinal no momento em que praticou o suicídio com o peso rebentou, disse Zacarias Fernado.

Durante a perícia investigativa da polícia foram também encontrados artigos que permitiu esclarecer o suicídio, nomeadamente foi encontrada duas cartas escritas a manual em folha A4 composta por 4 páginas com teor de despedida onde o malogrado informava que poderia suicidar-se por motivos de traição e separação com a sua esposa.

Wizi Kongo, foi atrás de colegas de trabalho com quem o malogrado trabalhou estes por sua vez foram unânimes em confirmar que Paulo Mahula, foi um bom professor e de trato fácil, e foi difícil acreditar numa pessoa como Mahula tirar a sua própria vida.

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