Educação e saúde em crescimento no Milunga – Administradora

Uíge – Os sectores da educação e saúde registaram nos últimos 15 anos, no município do Milunga, província do Uíge, progressos significativos, com o aumento de infra-estruturas ligadas a esses sectores sociais, informou hoje (segunda-feira), a administradora municipal local, Delfina António Henriques.

De acordo com a responsável, até 2002 existia no município apenas um posto de saúde, contra as actuais 15 unidades sanitárias, entre as quais postos e centros de saúde.

Fez saber que desde o alcance da paz, a rede sanitária foi alargada às comunas de Macocola, Massau, Macolo e Santa Cruz, assim como em algumas regedorias e aldeias, com três centros médicos e 12 postos de saúde.

Quanto a educação, Delfina Henriques informou que em 2001 existia uma única escola precária, com duas salas de aulas, frequentada por menos de 500 alunos do ensino primário, sendo que, nos últimos 15 anos foram erguidas 77 escolas, elevando-se para 295 salas de aula, frequentadas por 26.484 alunos, dos três níveis de ensino, (primário, I e II ciclos do ensino secundário).

O município de Milunga dista a 227 quilómetros a nordeste da cidade do Uige e conta com uma população estimada em 48.158 habitantes, segundo o censo de 2014, distribuídos em 191 povoações e três comunas.

Camponesas desbravam três mil hectares de terras

Uíge – Três mil hectares de terras aráveis serão lavrados na época agrícola 2017/2018 pelos camponeses associados do município de Milunga, para o cultivo de mandioca, feijão, batata-doce e rena, inhame, abóbora, gergelim, bananal e outros, informou hoje, administradora local, Delfina António Henriques.

De acordo com a responsável, na época agrícola 2016/2017, os camponeses da referida circunscrição lavraram 60 hectares de terra onde foram cultivadas as mesmas culturas.

Avançou igualmente que a circunscrição controla 65 pequenos criadores, com 93 mil e 760 animais,  dos quais 1.283 bovinos, 14.017 caprinos, 15.102 suínos, 18.339 ovinos e 45.019 aves.

Para o sector das pescas, adiantou que de 2002/2017, foram constituídas 12 associações de pescas, com 165 membros, que praticam a sua actividade nos rios Cuhu, Massenga, Massanza, Ndelexi, Lussechi, Zizi, Odila e Cuango, cujo bagre, o peixe mais capturado.

Os sócios das 12 associações existentes têm beneficiado de apoios da direcção provincial da agricultura, através do departamento de pesca, com material de pesca artesanal.

Via Angop

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