Escola de Ju-jitsu Shibahara volta aos treinos 10 meses depois de suspensão

Por Alfredo Dikwiza

Uíge, 19/11 (Wizi-Kongo) – Depois de ter cumprido dez meses, faltando 60 dias para completar a suspensão de um ano imposta pela associação provincial da modalidade local, a escola de Ju-jitsu Shibahara volta, neste sábado (20/12), aos treinos e, concomitantemente, abrir vagas para novos atletas, soube, hoje, sexta-feira, o Wizi-Kongo, junto da direcção da referida escola, cita no bairro Dunga.

Comandada pelos mestres principais Bacoca e Nex, coadjuvado por Neloy, a escola de ji-jitsu Shibahara, localizada no bairro Dunga, próximo do campo do Benfica, arredores da cidade do Uíge, colocou a disposição o seu contacto telefónico: 926895984 com objectivo de atender o público geral, principalmente, aqueles que quiserem fazer parte da escola e terem dificuldades da sua localização e obterem mais esclarecimentos.

Aquele direcção da Shibahara, alega ter ficado este tempo todo sem exercer as suas actividades por motivos de perseguição do órgão maior que regulava a modalidade a nível da região, concretamente, a Associação Provincial de Ju-jitsu do Uíge (APJU), por ter feito graduação de dois atletas para faixa preta.

Suspender uma escola por um ano, através de graduar os seus atletas, isto não era motivo para suspender os treinos da escola porque não faz parte do estatuto que regula as normas da modalidade, uma vez que a escola existe com todos os passos exigidos devidamente regularizados, mas nós entendemos o que levou aquele direcção suspender a escola, eles adoravam conflitos com as escolas, o que empobreceu nos últimos tempos o ji-jutsu no Uíge”, sublinha.

A Shibahara reconhece que, a reabertura da escola foi possível depois que a antiga direcção da APJU ter estragado devido aos actos de ambição e falta de respeito com as demais escolas existentes da modalidade na região e, graças a chegada ao trono desta associação do mestre provincial (Manequim), as coisas começaram a ganhar um ânimo leve, o que irá melhorar a relação entre as escolas e a direcção da associação provincial. Hoje, o Wizi-Kongo procurou entrar em contacto com o mestre Manequim, mas não teve êxitos, porém, compromete-se trazer outras informações relacionadas com o andamento da modalidade a nível da região, assim que manter a entrevista com o referido mestre mais graduado a nível do Uíge.

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