Garantido estancamento das ravinas de vila de Kimbele

Uíge – O vice-governador provincial do Uíge para serviços técnicos e infraestrutura, Afonso Luviluko garantiu hoje, segunda-feira, na vila de Kimbele, que brevemente vão ser estancadas as duas grandes ravinas da circunscrição, nomeadamente a da vila de Kimbele e outra que avança em direcção ao novo hospital municipal local.

Discursando no acto que marcou a celebração do dia do Herói nacional, o responsável disse que  uma equipa  do ministério de construção esteve no município para o levantamento, estando em curso os mecanismos entre a empresa e o ministério do pelouro para assinatura do contrato, para o efeito.

“Dentro de uma semana ou um pouco mais estas duas ravinas serão estancadas”, enfatizou, acrescentando que em relação ao hospital municipal as obras de construção estão concluídas e completamente equipado, aguardando-se apenas admissão do pessoal para o seu funcionamento.

Afonso Luviluko augurou que o pessoal para o funcionamento do referido hospital saia da quota a ser atribuída pelo ministério da saúde no próximo concurso público lançado pelo sector.

Já o administrador municipal municipal de Kimbele, Manuel João, na sua intervenção solicitou uma intervenção pontual dos diversos constrangimentos que afligem os municípios, destando, as ravinas na vila de Kimbele e ao longo das vias entre a sede do município as três comunas (Cuango, Icoca e Alto Zaza).

O administrador enumerou como as ravinas mais preocupantes as que se encontram no troço entre sede do circunscrição e a Missão Católica, Hospital municipal, Bula Makatende,  em direcção ao Alto Zaza e Kuango.

Manuel João manifestou igualmente a sua indignação quantos aos individuos não identificados que vandalizaram já um número consdierado de bens públicos a nível do município,exemplificando a recem acção de destruição de 800 metros de tubagem de água.

Avançou entre medidas para se pôr cobro a situação, uma acção de educação e reeducação da juventude e outras pessoas de camadas com conduta atípica para que os cidadãos possam interpretar de forma positiva os esforços do executivo no melhoramento das condições sociais básicas da população.

O município de Kimbele dista 261 quilometros a nordeste da cidade do Uige, sede capital da província com o mesmo nome, e tem uma população de 129 mil e 396 habitantes (censo de 2014), distribuídos em 299 povoações e três comunas (Icoca, Kuango e Alto Zaza).

Via Angop

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    No âmbito das comemorações do 4 de Fevereiro, Dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional, a Direção Municipal da Acção Social do Alto Zaza realizou, neste domingo, 01 de Fevereiro do corrente ano, uma acção solidária de distribuição de bens alimentares e fardos aos idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social.

    A actividade decorreu nas aldeias de Quipedro e Quindiquita, onde mais de 60 idosos foram beneficiados com produtos essenciais, numa iniciativa que visa aliviar as dificuldades enfrentadas por estas camadas sociais e reforçar o espírito de solidariedade que marca as celebrações da efeméride histórica.

    Durante o acto, a Direção Municipal da Acção Social destacou que a iniciativa enquadra-se nos programas sociais do município, reafirmando o compromisso das autoridades locais com a proteção social dos grupos mais vulneráveis, em especial os idosos e pessoas com deficiência.

    Os beneficiários manifestaram satisfação e gratidão pelo gesto, sublinhando a importância deste tipo de apoio para a melhoria das suas condições de vida.

    A acção reforça o significado do 4 de Fevereiro não apenas como um marco histórico da luta pela independência nacional, mas também como um momento de reflexão, união e responsabilidade social para com aqueles que mais necessitam.

     

    COMANDANTE ARBERTO CORREIA NETO, FILHO DO KIMBELE

    Por Jaime Gabriel

    Veterano e Companheiro de Trincheira, Comandante Alberto Correia Neto, presente!!!!!

    Quinto Comandante da FAPA/DAA, de 1986 a 1991.

    Alberto Correia Neto, nasceu no dia 08 de Julho de 1949, em Quimbele, Província do Uíge, filho de Borges Francisco e de Maria José Correia.

    Em 06 de Janeiro de 1970 é preso pela polícia portuguesa (PIDE – DGS) sendo no mesmo ano deportado para Cabo Verde – Campo de Concentração do Tarrafal. Só foi libertado a 1 de Maio de 1974 após o 25 de Abril em Portugal.

    Em Junho de 1974, via Portugal parte para Luanda para juntar-se aos guerrilheiros do MPLA. Neste mesmo ano participa na Conferência Inter-Regional de Militantes do MPLA e ingressa nas FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola). É colocado no CIR – Kalunga (Centro de Instrução Revolucionária) como estagiário.

    Pouco tempo depois passa a monitor político do mesmo CIR em Malungo Nzau. A seguir já com o CIR em Belize é nomeado pelo Estado Maior da 2ª Região Político-Militar como Director do referido CIR, funcionando como tal até Agosto de 1975, altura em que é nomeado Coordenador Provincial da JMPLA (Juventude do Movimento Popular de Libertação de Angola).

    Exerceu o cargo de Comissário Político da FAPA/ DAA.

    Comandante da FAPA/DAA, de 1986 a 1991.

    Foi o último Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) de 1991 a 1992.

    Exerceu os cargos de Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola no Brasil 2000 a 2006 e na Alemanha 2011 a 2019.

    Faleceu no dia 11 de Março de 2025, na cidade de Madrid, Reino de Espanha, vítima de doença.

    General Reformado no Instituto de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (ISSFAA).

    Em 2025, no âmbito das celebrações dos 50 anos da Independência Nacional, foi agraciado com diversas condecorações, destacando-se a Classe Independência e a Medalha da Palma Militar, Classe Única, como parte de honrarias presidenciais que reconhecem o seu serviço e dedicação à nação angolana.

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