Angola deve reivindicar a criação do ritmo Rumba, diz Sebastião Kupessa

O investigador angolano Sebastião Kupessa diz que a Rumba Congolesa devia chamar-se Rumba Ango-Kongolesa.

Kupesa, radicado há 30 anos na Suíça, diz que as autoridades angolanas deveriam reivindicar a criação do ritmo e valorizar os que migraram para o então Congo Belga, e desde Kinshasa ergueram os pilares de uma das sonoridades mais ouvidas em África

Kupessa argumenta que foram os angolanos que entraram, pela primeira vez, nos estúdios, e dominaram, durante cinco anos, a música congolesa.

Acompanhe a entrevista:

 

Via VOA

  • Related Posts

    JÚLIO GILL EMOCIONA COM NTONTA – UMA HISTÓRIA DE AMOR, PERDA E SUPERACÃO EM KIKONGO

    O cantor Júlio Gill apresenta o videoclipe oficial de “Ntonta”, uma canção profunda e emocional cantada em Kikongo, que aborda temas universais como o amor, a perda e a dignidade.

    A narrativa conta a trajetória de um homem que vê a sua companheira partir quando as dificuldades financeiras surgem, mas que, com o tempo, reencontra a prosperidade e o equilíbrio emocional. Quando a mulher arrependida tenta regressar, ele recusa, reafirmando que cada escolha tem um preço e que o verdadeiro amor nasce da superação — “Konso muntu yo nkazani”.

    Com produção musical de Chico Viegas e vídeo realizado por Original Vibe & Sala Record, o videoclipe de “Ntonta”é um espetáculo visual gravado em Luanda, com cenários que incluem Miami Beach – Ilha de Luanda e o Bar dos Colossos.

    A interpretação sentida de Júlio Gill, aliada à beleza da modelo Zenilda Teresa, torna esta obra um convite à reflexão sobre as voltas da vida e o poder do recomeço.

    Assiste agora ao videoclipe oficial de “Ntonta” no YouTube e mergulha na emoção desta história contada em som e imagem.

    Via panoramamédia

    “MAKINU”, DE ZAIKO LANGA LANGA, UM CONVITE ARDENTE PARA DANçAR

    Por Jossart Muanza

    Ao celebrar o seu 56º aniversário, Zaïko Langa Langa lança um novo maxi single, “Makinu”, que significa “dança” em kikongo.

    A banda Zaïko Langa Langa aproxima-se rapidamente do seu 56º aniversário, que decorre entre as duas festas de fim de ano. Para “animar” este período, estão disponíveis quatro músicas, a partir de 17 de outubro de 2025, em todas as plataformas digitais de download. A versão física deste maxi single, que será lançada em breve, tem o título homónimo “Makinu”, que significa “dança” em kikongo.

    “Makinu”, o título, pode dizer-se, foi uma escolha natural para esta orquestra, que domina melhor do que qualquer outra a arte de criar gritos e danças animadas que atravessam as eras desde o seu lançamento oficial no dia 24 de Dezembro de 1969.

    Pela primeira vez na música congolesa, Zaïko combina duas danças no mesmo álbum: “Awa te”, dançada com grande graciosidade, e “Mbrouss”, uma dança um pouco mais estrondosa, cujo nome foi emprestado do som produzido quando um jogador de futebol controla a bola com a sola. Este grito é também por vezes utilizado para reconhecer uma finta corporal e um passe de perna que os cantores tentam reproduzir.

    Para os nostálgicos, o grupo oferece ainda um remix da canção “Souvenirs Masa”, lançada em 1978, cuja interpretação testemunha tanto o peso do passado marcado por ilustres intérpretes como o usufruto de uma herança imensamente rica por jovens lobos como Vaugerard Onesime, Acouda, Gino Kanza, Alino Mangubu, Tshotsho Matiaba, entre outros.

    Via Afrique Echos Magazine (AEM)

    História do Kongo

    OS BASUNDI: POVO DO KONGO CENTRAL E HERDEIROS DE UMA ANTIGA PROVÍNCIA DO REINO DO KONGO

    OS BASUNDI: POVO DO KONGO CENTRAL E HERDEIROS DE UMA ANTIGA PROVÍNCIA DO REINO DO KONGO

    OS DIALECTOS KONGO DO GRANDE BANDUNDU

    OS DIALECTOS KONGO DO GRANDE BANDUNDU

    Os LAçOS ENTRE A PROVÍNCIA DO KWILU MA RDC E OS KONGO

    Os LAçOS ENTRE A PROVÍNCIA DO KWILU MA RDC E OS KONGO

    DO REINO DO KONGO A BANDUNDU: UMA HISTÓRIA POUCO CONTADA

    DO REINO DO KONGO A BANDUNDU: UMA HISTÓRIA POUCO CONTADA

    GRUPOS ÉTNICOS BAKONGO NA REGIÃO DE BANDUNDU/RDC (Kwango e Kwilu)

    GRUPOS ÉTNICOS BAKONGO NA REGIÃO DE BANDUNDU/RDC (Kwango e Kwilu)

    DOM PEDRO VIII, REI DO CONGO (1923–1954)

    DOM PEDRO VIII, REI DO CONGO (1923–1954)