27 Abril, 2017

 

Características

Capital: Uíge

Área: 58 698 km2

População: 1.426.354

Clima: Tropical húmido

Distância em km a partir de Uíge: Luanda 345; M’Banza Congo 314

Indicativo telefónico: 233

Agricultura: café, feijão, mandioca, milho, amendoim

Minerais: cobre, ligas de prata, cobalto

Uíge, parcela do actual território angolano, outrora pertencente a uma das formações sócio-económicas de África Central e, não só, uma das mais organizadas e estruturadas do ponto de vista económico político, social e cultural.

O Reino do Congo

As mudanças que o Reino do Congo sofreu no decorrer das suas múltiplas fases do seu desenvolvimento mormente no respeitante a sua formação, evolução, colonização, estão intrinsecamente ligadas ao actual panorama político e geográfico que o Uíge hoje apresenta.

O Kongo, Reino incontestável nos séculos que se seguiram após a sua formação (século XII), conheceu um desenvolvimento prodigioso.

Contudo, o drama que assolou o continente, a presença colonialista, mudou o panorama que o Kongo apresenta. A espoliação das suas riquezas e o bem mais precioso que a África possuía – o homem fora objecto de uma feronha e hedionda exploração que a história da humanidade jamais registou.

Descoberto o Ngola, os interesses dos portugueses viraram-se mais para esta região. Assim sendo, o Kongo é esquecido, isolado, roendo-se em lutas intestinais, sem administração e sem coesão.

Esta situação mantém-se quase até ao século XX. O interesse que a Europa dedicou a África no último quartel do século XIX fez com que Angola se recorde do Kongo. A Conferência de Berlim (1884-1885) escorteja o velho Reino, dá um pedaço a França, forma com outro um fictício Estado independente do Kongo, em breve transformado em colónia Belga e deixa-nos uns restos Português, Carmona, 1958.

Foi com estes restos que se formou o ex-Distrito do Congo Português. Iniciada a ocupação efectiva e militar com o século XX, completada mais tarde com a civil, depressa se completou sem necessidades de grandes lutas em algumas áreas renhidas em outras, que só a superioridade técnica militar dos invasores colonialistas soube sobrepor-se e por outro lado fruto das lutas intestinais atrás já descritas contribuíram para o desmoronamento do Reino.

A abolição na Conferência de Berlim, dos direitos históricos, como condição de posse do Kongo Português que foi organizado por Decreto de 31 de Maio de 1887 e instalado em Julho desse mesmo ano.

Para Capital escolheu-se Cabinda onde em 14 de Julho desembarcou o 1º Governador, o Capitão-Tenente NEVES FERREIRA. O Distrito abrangia a actual Província de Cabinda, os territórios da margem esquerda do rio Zaire, até ao rio Loje, ao sul, e até ao Cuango a leste. A concretização da medida legislativa que criou o Distrito teve lugar em breve com a ocupação efectiva do território que, se encontrava praticamente abandonado.

Na verdade, o Distrito foi legalmente constituído, raros eram ainda os pontos ocupados. A parte de algumas feitorias comerciais no litoral e na margem esquerda do Zaire, existiam apenas as missões religiosas do Pinda, em Sazaire e de Sá Salvador e duas ou três casas comerciais no Bembe.

A ocupação militar e administrativa do Distrito fez-se com certa lentidão o que muito contribui para a constante exiguidade dos efectivos empregues e das guarnições dos Postos montados. Lentamente, porque as condições da época não permitiam outra coisa, a verdade é que a ocupação portuguesa foi-se tornando realidade com a criação de alguns fortes militares e o esmagamento das constantes sublevações dos nativos que se rebelavam.

Por exemplo:

  • Os nativos da Damba e Bembe opuseram-se ao pagamento de imposto de Palhota ou Cubata.
  • As povoações de regiões de Quivuenga, situadas ao sul do Bembe, em Junho de 1912 revoltaram-se atacando a fortaleza e ameaçaram a missão protestante de Mabaia que se encontrava situada entre Quindje e Bembe, missão essa que se instalou em 1905.
  • Em 1913 registaram-se combates na Região de Sanza Pombo quando se procedia a tentativa de ocupação da área, tendo sido morto num desses combates, o Capitão e o Sargento MARREIROS NETO.
  • Em 1917, apesar de derrotas, devido da superioridade tecnológica, bélica –militar dos Portugueses, as populações da Região do Negage, mais concretamente as do Quituia e Dimuca ofereceram no princípio resistência ao invasor e foram as últimas dessa Região a serem submetidas.
  • Ainda em 1917, os nativos do alto Cauale rebelaram-se e a onda de sublevação vinda da vizinha região do Cuango. Sobas mais influentes procuraram mobilizar as suas populações que, em Outubro, iriam iniciar os ataques ao Posto de Alto Cauale. Aqui, a guarnição portuguesa numa primeira fase repeliu os primeiros ataques mas a fúria dos nativos manteve-se e a 12 de Outubro, os portugueses tiveram que deixar o Posto em debandada e dirigiram-se para Sanza Pombo.

Os Postos militares passavam a civis ou estendiam-se quando o local não era propício à fixação pacífica.

Os Comandos militares transformaram-se em circunscrições civis que progrediram até se tornarem em Concelhos.

Em 1913 a 1915, registou-se o período mais agitado e turbulento nesses territórios, com a insurreição do soba Buta, antigo aluno protestante de S. Salvador.

Na época, a ilha de S. Tomé era um dos maiores produtores mundiais de cacau e muitas Companhias lhe levantaram os Chocolateiras Ingleses, rivais dos portugueses. E o Cacau de S. Tomé era cultivada com a mão de obra arrancada no Kongo onde existiam missões protestantes Ingleses: S. Salvador, Quibocolo e Mabaia.

Assim, Buta, além de ter incentivado os nativos de não pagarem os impostos principalmente o de Cubata ou palhota pressionava também os Sobas a não permitirem o angariamento de pessoal para S. Tomé. É aqui onde residiam as bases ou causas da rebeldia dos nativos.

Essa insurreição notabilizou-se pelo facto de ter retardado e impedido parcialmente por um tempo a penetração portuguesa na região.

Para a Província do Uige a revolta foi vivida intensamente nos Municípios de Maquela do Zombo, Damba, Sanza-Pombo, Quimbele, Buengas, Bembe, Bungo, Mucaba, Milunga, Negage e Kangola. Essa revolta despertou as consciências de outras áreas da actual Província do Uige, pois, servindo de exemplo, posteriormente, outras sublevações tiveram lugar como as de Mbianda Ngunga, Mbemba Ngango e outras.

Recuando um pouco no tempo e no espaço, desde 1887 data que foi localizado em Cabinda a sede do Congo Português, incluía, além de Cabinda, os territórios compreendidos entre os rios Loge, Zaire e Kuango, até 1961, ano em que o Congo voltou a constituir nova alteração que criou o ex-Distrito do Uige, com sede em Carmona. Houve transformações de grande vulto concernentes à sua divisão administrativa. Assim sendo, Cabinda que foi a Sede do Congo português em 1887, em 1917 a sede do Distrito do Congo passou para Maquela do Zombo, deixando Cabinda de exercer a chefia do território.

Em 1919, foi dividido o Distrito ficando Cabinda e as Ilhas do Zaire a constituir o Distrito de Cabinda.

Em 1921 voltou-se à divisão anterior, com a diferença de Cabinda ficar como Intendência.

Em 1922, de novo formaram dois Distritos, mas desta vez dos denominados Congo e Zaire absorvendo este a Intendência de Cabinda.

Com a criação da Província de Luanda, em 1934, o Distrito do Kongo foi incorporado naquele.

Em 1946, foi formado o Distrito do Uíge, com sede no Uíge, mas dependendo directamente da Província do Congo. E, em 1961, o ex-Distrito foi criado pelo Diploma Legislativo Ministerial nº 6, de 1 de Abril de 1961, que desdobrou o antigo Distrito do Kongo em dois UÍGE e ZAIRE.

Foi com o estatuto de 1961 que se criou o Distrito do Uíge com sede em Carmona que chegou até 1975, ano da proclamação da Independência de Angola.

Fazendo parte global da Província de Angola colonial, passando pelas mesmas agruras em relação as outras regiões que foram vítimas por parte de Portugal da ocupação efectiva, a instalação de roças de café nesta Província e a introdução do trabalho forçado e de contrato aos outrora chamados indígenas, provocou a mais violenta e vil ira das populações contra a exploração colonial.

Foi assim que eclodiu a rebelião de 1961.

GEOGRAFIA

A Província do Uíge situa-se na parte norte da República de Angola, limitando-se a norte e a Leste com a República Democrática do Congo ex. Zaire, a sul com as Províncias do Zaire e Bengo. Sob o ponto de vista morfológico distinguem-se duas zonas: o planalto a leste e a mata cafeícola a ocidente.

A extensão do território compreende uma superfície de 64.022 Km2 estendendo-se entre os paralelos 5 500 e 8 200 de latitude Sul e os meridianos 14 500 e 17 100 de longitude Este de Gruinch.

Os 16 Municípios que compõem a Província são:

  • Ambuíla;
  • Bembe;
  • Buengas;
  • Bungo;
  • Cangola;
  • Damba;
  • Maquela do Zombo;
  • Mucaba;
  • Negage;
  • Puri;
  • Quimbele;
  • Quitexe;
  • Santa Cruz;
  • Sanza Pombo;
  • Songo;
  • Uíge;

Cidade de Uíge

As 49 Comunas que compõem a Província são:

  • Aldeia Viçosa;
  • Alto Zaza;
  • Bembe;
  • Beu;
  • Buengas;
  • Bungo;
  • Cambembe;
  • Cuilo Pombo;
  • Dimuca;
  • Kinvuenga;
  • Lucanga;
  • Mabaia;
  • Macuba;
  • Mbanza Nnosso;
  • Quinzala;
  • Sacandica;
  • Uamba;
  • Vista Alegre;
  • Uíge;
  • Negage;
  • Dimuca;
  • Quisseque;
  • Puri;
  • Cangola;
  • Mengo;
  • Caiongo;
  • Sanza Pompo;
  • Milunga;
  • Macocola;
  • Massau;
  • Macolo;
  • Quibele;
  • Cuango;
  • Icoca;
  • Nova Esperança;
  • Qitexe;
  • Cuilo-Camboso;
  • Cambamba;
  • Songo;
  • Nova Caipenba;
  • Quipedro;
  • Camatambo;
  • Lembua;
  • Petecussso;
  • Maquela do Zombo;
  • Quibocolo;
  • Cuilo;
  • Futa;
  • Antiga Administração do Concelho;
  • Casas Antigas do Estado;
  • Busto do Heroi N`bemba;
  • Igreja de São José, junto das pedras do Encoje, datadas do século XVIII;
  • Fortaleza do Bembe, construída no século XX (situada junto da igreja de S.José);
  • Figuras rupestres de Kisadi;
  • Pedra de Nzinga N´zambi (Toto);
  • Pedra de Kakula Quimanga;
  • Pedra do Tunda (onde faziam justiça e morte aos criminosos)
  • Ponte Mágica sobre o rio Vamba Wa Mbamba;
  • Ruina do Fortim de Maquela;
  • Túmulo do Ancião Mekabango (grande guerreiro na Resistência contra a ocupação colonial).
  • Túmulo do Grande Rei e Guerreiro da Resistência a ocupação Mbianda-Ngunga

“Quicongo” ou “kikongo” (também conhecida como”kikoongo”, “congo”, “kongo” e “cabinda”) é a língua nacional mais falada na província.

A Província encontra-se confinada numa região designada por “zona tórrida”, de clima predominantemente tropical quente e húmido/sub-húmido, é caracterizado por duas estações bem definidas. A estação das chuvas com início em Setembro/Outubro continua até Maio, sendo os meses de Novembro e Abril os mais chuvosos e a estação seca que vai de Junho à Agosto.

Os valores de precipitação atingem cerca de 1.500 mm por ano. Na estação seca, praticamente não chove, mas há valores elevados de humidade relativa. As temperaturas médias anuais variam entre 22º à 25º e a humidade relativa do ar varia entre 75 e 90%.

Toda a extensão do território da Província dispõe de boas condições edafo-climáticas que propiciam o desenvolvimento da actividade agro-pecuária.

O território possui grandes manchas florestais e bastante arborizada. As regiões cafeícolas do Negage, Quitexe, e Damba são típicas, ocupando grandes extensões de matas cerradas com árvores para o corte de madeira. Os Municípios de Milunga, Quimbele e Buengas também constituem importantes produtores de madeira.

A Província do Uíge é uma região de caça abundante, de uma maneira geral, há por toda parte um pouco de cada espécie de animais incluindo o elefante que pode ser encontrado em manadas nas margens dos rios Loge, Coge, Lucunga e Cuilo.

Na sua fauna encontramos animais como elefantes, búfalos, porcos do mato, antílopes, macacos azuis e ainda várias espécies raras. Na reserva florestal do Beu, a vegetação é do tipo mosaico, floresta densa. Pode-se encontrar a vegetação ribeirinha muxito, periguineense, em aluviões, bosques e savanas.

A reserva está limitada a norte pela fronteira com a República Democrática do Congo, a oeste com o rio Zadi, a leste com o rio Beu, a sul com a comuna do Beu.

Os rios mais importantes desta província são o Zadi, Dange, Lúria, Lucala, Luvulu, com um volume de água regular. Em geral, estes rios são navegáveis por pequenas embarcações até 20 quilómetros da foz, sendo também possível a prática da pesca desportiva.

Rios com maior caudal existentes na Província:

  • Rio Cuango – Quimbele e Milunga
  • Rio Cuho – Milunga
  • Rio Cuilo – Alto Cauale, Púri e Pombo
  • Rio Buengas – Pombo, Buengas, Milunga
  • Rio Cauale – Alto Cauale
  • Rio Lucala – Negage e Alto Cauale
  • Rio Nzadi – Damba e Zombo
  • Rio Nsanga – Bungo e DambaRio Dange – Negage e Dange
  • Rio Loge – Uíge e Ambuila
  • Rio Vamba – Dange e Ambuila
  • Rio Calambinga – Dange e Amuila
  • Rio Luquixi – Uíge e Negage
  • Rio Loé – Uíge e Songo
  • Rio Lulovo – Negage, Alto Cauale e Púri
  • Rio Cagigi – Negage e Uíge

A Província do Uíge é uma região bastante acidentada, não diferindo muito das características gerais do País. Toda sua extensão é constituída por grandes zonas montanhosas. A altitude varia da seguinte maneira: de 1.300 metros à 800 metros no planalto, de 1.200 metros à 1.100 metros nas serras e nos vales de 800 metros à 600 metros.

  • Planáltica –constituída maioritariamente pela bacia dos Sub-afluentes do rio Zaire, cujas águas correm para o norte. Esta zona é ondulada, mas, com ravinas fundas, principalmente nos rios de maior caudal, não sendo contudo navegável em toda a sua extensão.
  • Zona da Bacia do rio Mbridge – Situa-se a sudoeste da linha Pete – Mucaba – Songo – Mabaia. Esta zona também é ondulada e de ravinas profundas junto dos rios, baixa e pouco ondulada;
  • Zona Montanhosa – Abrange o interior da Província, sobretudo dos rios Loge e Dange, assim como as bacias dos afluentes.

É relevante considerar os seguintes aspectos que genericamente constituem o relevo da Província.

Um nó-hidrográfico no Negage com altitude de 1300 metros.

O planalto central de 1.300 a 800 metros, com vertente para o Norte (rio zaire) e Sudoeste nos rios (Lucala e Kuanza), sendo que a orla oeste cai abruptamente sobre os vales da bacia dos rios Mbrige, Loge e Dange que vão directamente para o Oceano Alântico.

Um conjunto de Serras paralelas no sentido NO-SE, entre os rios da bacia atlântica, com uma altitude de 1.200 a 1.100 metros.

Nesta região destacam-se seguintes serras:

  • Cazundo
  • Luege
  • Ambuila
  • Calambinga
  • Quitoque
  • Pingano
  • Camanga
  • Uige
  • Mucaba
  • Pingano
  • Camanga
  • Uige
  • Mucaba
  • Toto Lefunde
  • Massarelo
  • Quimbumba

O último recenseamento populacional data de 1970. A situação excepcional que o país viveu nos últimos 20 anos, não permite a existência de dados actuais fiáveis, sobre a dimensão e distribuição da população. A população da Província é maioritariamente composta por Africanos de origem Banto e euro-africanos em pequeno número. A população da Província do Uíge é estimada em, aproximadamente, 1.912.861 de habitantes.
Caracterização etno-linguística

Embora a língua que predomina toda a costa a maior parte da sociedade da Província seja KIKONGO, existem franges na sua extensão, deferindo de área em área.

Assim, ressalta-se que, no Município de Maquela do Zombo predomina os subgrupos Mbatas. No Município da Damba, encontramos os seguintes subgrupos etnolinguísticos: Bachicongo, Bazombo e Bansoso. No Bembe e Ambuila, os Bassolongos, Bassundi e Bauoyo.

Ao longo destes, é possivel registar-se a grande diferença etnolinguística na expressão das populações, no sentido descendentes de norte a sul, partindo de Maquela do Zombo a Comuna de Sacandica, da Damba, Nsoso, Bungo, as grandes e notáveis diferenças distinguem-se em termos do sotaque ou pronúncia.

Na vertente nordeste, particularmente os Municípios do Púri, Cangola que agregamos ao grupo do Negage e Dange-Quitexe, encontramos, os do Sanza Pombo, Buengas igualmente alguns subgrupos para os Municípios de Milunga e Kimbele, com as seguintes denominações:

  • Subgrupos etnlinguísticos do Milunga, Bassosso, Bayaca, Pombo e Bassuku;
  • Para o Município de Kimbele encontramos igualmente os subgrupos etnolinguísticos: Bakongo Bassosso, bacano, Balungi e Bayaka, cuja pronunciação vai diferindo de subgrupo para outro;
  • Verifica-se porém, casos muito particulares para os Municípios de Cangola, Puri, Negage e Dange-Quitexe em que há existência de subgrupos etnolinguísticos apresentam diversidade linguística como sendo: uma frange de kikongo e outra de kimbundo, pela influência que recebe das Províncias de Malange, Kwanza Norte e Bengo, em que suas populações são predominantemente kimbundos;
  • Os Municípios do Songo e Mucaba por influência dos Municípios de Ambuila e Bembe, ao primeiro dos Municípios do Bembe e Damba, ao segundo apresentam características etnolinguísticas aproximadas, contendo o do Songo alguns subgrupos tais como os bahumbo, bawando e bayembo, sendo este último maioritário;
  • Apesar de grandes particularidades existentes entre estes subgrupos etnolinguísticos reconhece-se outrossim, a existência de alguns aspectos em comum, do Dange à Maquela do Zombo e do Bembe à Cangola sob o ponto de vista de usos e costumes;
  • Por exemplo a existência dos subgrupos etnolinguísticos (Bassosso) nos Municípios da Damba, Sanza Pombo, Milunga e Quimbele, dá-nos logo a entender que esta pequena etnia foi ramificando-se uma determinda área para aqueles Municípios;
  • Este é um sinal de partilha ou semelhança dos mesmos hábitos, usos e costumes quiçá a mesma cultura para todos os Municípios que fazendo Uíge um todo.
  • UAJCA Uniao das Associacoes de Camponeses Angolanos
  • RED BARNET Save The Children – Denmark
  • CCF Christian Children Fund
  • SECUT Socio Educativo Cultural Tumbuaza
  • SCAM Solidariedade Cristã de Ajuda Mutua
  • CVA Cruz Vermelha de Angola
  • IMC International Medical Corps
  • CUAMM Collegio Universitario Aspirante Medeci Missionario
  • CIC Associacao para a Cooperacao, Intercambio e Cultura

As boas condições naturais e o estabelecimento de populares contribuíram largamente à valorização dos recursos naturais localizados na região para o sustento das comunidades locais e para a sua participação na economia do país.

A AGRICULTURA É O SEU PRINCIPAL FACTOR ECONÓMICO

A Economia da Província baseia-se fundamentalmente em 2 Sectores, a agricultura e comércio. A indústria não representa uma percentagem elevada, porque das 412 Unidades antigamente existentes foram destruídas e saqueadas. Estes sectores empregam a maior parte da população e garantem o sustento das famílias.

No passado o comércio estava estreitamente ligado a comercialização do café e outros produtos agrícolas. Uma rede de comerciantes portugueses comprava estes produtos nas aldeias e povoações, vendia matéria prima, equipamentos e bens de consumo aos produtores agrícolas concedendo-lhes créditos.

Estes comerciantes locais por sua vez, eram financiados pelos bancos e jogavam um papel de intermediários entre o sector agrícola e as grandes companhias de comércio a nível nacional. Após a independência, este sistema de comércio desapareceu em consequência da fuga dos portugueses.

A Economia da Província baseia-se fundamentalmente em 2 Sectores, a agricultura e comércio. A indústria não representa uma percentagem elevada, porque das 412 Unidades antigamente existentes foram destruídas e saqueadas. Estes sectores empregam a maior parte da população e garantem o sustento das famílias.

No passado o comércio estava estreitamente ligado a comercialização do café e outros produtos agrícolas. Uma rede de comerciantes portugueses comprava estes produtos nas aldeias e povoações, vendia matéria prima, equipamentos e bens de consumo aos produtores agrícolas concedendo-lhes créditos.

Estes comerciantes locais por sua vez, eram financiados pelos bancos e jogavam um papel de intermediários entre o sector agrícola e as grandes companhias de comércio a nível nacional. Após a independência, este sistema de comércio desapareceu em consequência da fuga dos portugueses.

COMÉRCIO INTERNO

O comércio interno é desenvolvido principalmente pelo mercado informal e em quantidades insuficientes para satisfazer a enorme procura de bens e serviços por parte das populações.

A gama de produtos de consumo oferecidos pelos comerciantes é igualmente insuficiente.

Nesta conformidade, não existem estabelecimentos comerciais de grande e média dimensão, existindo apenas pequenas cantinas espalhadas por toda a Província.

A fonte de abastecimento do mercado local é a Província de Luanda, de onde provêem, a preços muito altos, os seguintes produtos: açúcar, leite em pó, latarias, arroz, sal, bebidas alcoólicas e espirituosas.

Os sectores dos transportes, correios e comunicações dependendo principalmente do estado das vias de comunicações (estradas, pontes e rede aérea), apresentam drástica uma redução na prestação de serviços, devido à degradação e destruição das estruturas relativas.
TRANSPORTE TERRESTRE

Dispondo de um parque automóvel quase nulo, o transporte é garantido principalmente com meios de propriedade privada em actividade comercial de pouca qualidade. A província tem vindo a beneficiar da remessa de veículos, visando a corrigir a carência no sector que carece, ainda, da reabilitação das estradas e pontes.

TRANSPORTE AÉREO

A província do Uíge conta com 78 pistas espalhadas nos diversos municípios, comunas, aldeias e fazendas, estando em funcionamento as de Uíge, Negage, Maquela do Zombo e Sanza Pombo em estado não abonatório e operações de grande porte. A reabilitação das mesmas irá contribuir para a melhoria da comunicação intra e inter provincial.

A rede de estradas primárias, secundárias e terciárias prefaz 6.000 km.

Este sector constitui uma das bases fundamentais da capacidade económica da região e encontra nas indústrias de construção, alimentar, bebidas e tabaco os seus principais componentes.

Durante o período colonial a indústria desenvolveu-se muito rapidamente, logo a seguir à agro-pecuária, levando naquela altura a Província do Uíge a ser classificada em quarto lugar no universo do parque industrial de Angola.

A situação adversa a que o País esteve submetido durante aproximadamente 30 anos, desarticulou o sector, conduzindo a que, de um modo geral, não seja observada com relevância a prática dessa actividade na Província.

A título de exemplo, das 412 unidades existentes até a proclamação da independência do País, hoje apenas funciona uma padaria industrial, das 106 anteriormente existentes.

É importante também referir que existem pequenas unidades de produção cujo equipamento se encontra em estado praticamente obsoleto, portanto, fora de serviço.

Estas unidades de produção estão paralisadas ou semi-paralisadas devido a falta de investimentos adequados e regulares, que possibilitem a reabilitação das suas infra-estruturas produtivas e administrativas, a aquisição de materiais de reposição ou de substituição e até de matérias-primas.

A semelhança do que se verifica nos outros sectores, estiveram na base desse retrocesso em termos de desenvolvimento económico, a ausência de políticas adequadas que provocaram um desinvestimento no sector, a guerra e a fuga maciça quer dos antigos proprietários da maior parte das unidades industriais, quer de todo capital humano especializado então residente na Província.

O parque industrial da Província do Uíge, destruído em 1992, era constituído por industriais orientadas principalmente para o descasque do café, produção de óleo de palma e processamento de outros produtos agrícolas, mais algumas empresas de materiais de construção como, serrações e cerâmicas.

Destacava-se na altura uma Fábrica de gasosas (Bangola do Norte), uma fábrica de sumo de frutas e enchimento de vinho (Companhia Industrial de Frutas de Angola), uma fábrica de calçados, uma empresa de vulcanização de pneus (Vulcap), uma pequena empresa de Metalo-mecânica, uma Gráfica, uma cerâmica, uma cerração, uma fábrica de mobiliário (FAMOE) e algumas unidades de panificação.

Nas outras sedes de Municípios, existiam unidades de descasque de café, de produção de óleo de palma, cerâmicas, serrações, pedreiras, padarias e outras empresas de pequena dimensão. No Negage existia uma fábrica de torrefacção de café e uma gráfica, ambas paralisadas antes de 1992. Em Sanza Pombo existia uma fabrica de descasque de arroz, que funcionou até l998.

Objectivando repor a capacidade produtiva da Província, ao abrigo da Lei das Privatizações (Lei nº 10/94 e Decreto Lei nº 60/91 de 18 de Outubro), o Governo da Província privatizou todas as unidades industriais. Entretanto, esse processo não surtiu os resultados esperados e acabou por agravar ainda mais o já débil estado do sector.

Da província verificam-se não exploradas na sua plenitude. Contou, a mesma, com várias unidades agro-industriais. Como consequência da situação político militar 412 unidades encontram-se destruídas e/ou paralisadas. São registadas presentemente 199 unidades de distintas actividades de pequenas dimensões (descasque de café, torrefacção de café, serração de madeira, serralharia, carpintaria, mercenária, padaria, pastelaria e alfaiataria), estando apenas 154 em funcionamento e 45 não operacionais.

COMÉRCIO

É exercido sistematicamente nos municípios de Uíge, Negage, Sanza Pombo e, Songo. Conta com 1376 estabelecimentos, sendo 575 lojas dos quais 472 em funcionamento. As estruturas comerciais encontram-se, de forma geral, destruída ou em estado degradante.

O comércio rural exercido de forma informal e não controlada completa a actividade comercial.

A rede inclui o comércio grossista (213 agentes), retalhista (872 agentes), prestação de serviço (78 agentes) e cantinas (133 agentes) espalhados nos municípios que compõem a província.
SISTEMA FINANCEIRO E BANCÁRIO

A província do Uíge conta já com balcões do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Banco de Fomento Angola, Banco Internacional de Crédito (BIC), BAI, SOL e o Banco Comercial Angolano. A presença desses seis bancos promove a diversificação dos serviços e competências bancárias.

INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O RENASCIMENTO DA ECONOMIA

Para o arranque da economia da província é a utilização dos seguintes instrumentos

  • Créditos bancários aos produtores e pescadores visando a recuperação das capacidades produtivas e de prestação de serviços;
  • Relançamento das actividades económicas possibilitando a retenção da poupança no banco e, consequentemente a concessão de financiamento para o investimento local, permitindo assim a rotação de capital bancário;
  • Reforço da retenção e da aplicação de parte das receitas locais nas zonas da sua arrecadação. O que implica a organização de serviços de colecta de taxas e impostos, sob toda a extensão da província;
  • Intercambio com o exterior na base de geminação das cidades e acordos bilaterais a nível de províncias, aproveitando as doações e acordos de empréstimos a longo prazo com algumas províncias do exterior.
  • Distribuição equilibrada do rendimento nacional e do orçamento a nível do país respeitando as necessidades expressas na província;
  • Apoios financeiros suficientes para reabilitar os sectores de Agricultura, desminagem, indústria, infra-estrutura rodoviária e aeroportuárias, comércio, hotelaria, transporte, telecomunicações (para a aquisição de meios e equipamentos) e demais sectores consentâneos ao renascimento da vida social e económica dos aglomerados;
  • Correcção das assimetrias verificadas entre as regiões geográficas do país na distribuição territorial de doações, financiamentos externos e na localização das instituições de carácter sócio económico operando no país;
  • Expansão de raios de acção das instituições financeiras para o desenvolvimento existentes, tais como o FAS(Fundo de Apoio Social) e o FDES (Fundo de Desenvolvimento Económico e Social).

O enquadramento orográfico da província e as suas condições ecológicas, caracterizam-na de vocação agrícola, pecuária silvícola e piscícola, proporcionando as seguintes actividades principais: Na agricultura: café, mandioca, batata-doce, feijão, ervilha do Congo, banana e palmeira de dendém; na pecuária a criação do gado bovino, caprino e suíno e ainda a produção de aves. A piscicultura nas suas diversas lagoas e, a pesca artesanal ao longo de rios. Na exploração florestal, a produção de madeira é baseada no corte de essências rústicas e na transportação de toros dentro e fora da província para serração.

UTILIZAÇÃO DA TERRA E DISTRIBUIÇÃO DAS ACTIVIDADES

A utilização da terra em actividades agropecuárias não regista de momento um acompanhamento actualizado susceptível de caracterizar o sector. Não obstante, as actividades produtivas são desenvolvidas principalmente por agentes agrícolas constituídos em 58.741 empresas agrícolas familiares, 8 cooperativas, 92 associações e 722 pequenos agricultores registados no ano 2000 nos municípios do Uíge e Negage. Foram concedidos no mesmo ano 3.017.309,6 hab de terras agricultáveis para 446 fazendas.

As características ecológicas e a abundância de água, além de proporcionar condições ideais para a cultura do café, conferem a província por um lado vastas possibilidades de atingir um nível de ampla diversificação agrícola em todo o seu território, desde que haja um apoio substancial.

PECUÁRIA

A pecuária, relativamente ao gado bovino, suíno, e caprino é exercida em todo o território, principalmente nos municípios de Negage, Bungo, Alto Cauale, Puri Kangola, Sanza Pombo, Songo, Damba e Maquela do Zombo. Nos municípios de Uíge e Negage destaca-se a avilcultura.

Na piscicultura está patente numa área total de 217.400m2 nos municípios de Uíge e Negage. A pesca artesanal é desenvolvida ao longo do rio Cuango, no município de Quimbele.

SILVICULTURA

Os recursos rústicos são explorados principalmente nos municípios de Ambuila, Bembe, Songo e Quitexe de forma pouco sistematizada. Não se verifica actuação relativa à manutenção da vegetação.

A província do Uíge fica no norte de Angola e tem 16 Municípios, Alto Cauale, Ambuíla, Bembe, Buengas, Bungo, Damba, Kimbele, Kiteche, Macocola, Maquela do Zombo, Mucaba, Negage, Puri, Sanza Pombo, Songo e Uíge (Capital), distribuídos numa superfície de 58.698 Km².

O seu clima é tropical húmido, com uma temperatura média anual de 24ºC. Na sua fauna encontramos animais como elefantes, búfalos, porcos do mato, antílopes, macacos azuis e ainda várias espécies raras.

Os rios mais importantes desta província são o Zadi, Dange, Lúria, Lucala, Luvulu.

Durante a época colonial o Uíge foi um importante centro de plantação do café robusta.

O grupo étnico maioritário é o Bakongo, mas pode-se encontrar também o Ovimbundo e o Kimbundo. A língua nacional mais falada é o Kikongo. A agricultura é a principal actividade económica da província.

As potencialidades turísticas da província do Uíge encerram belezas naturais e inúmeros sítios históricos tais como:

As potencialidades turísticas da província do Uíge encerram belezas naturais e inúmeros sítios históricos tais como:

  • A flora e fauna com espécies de animais e plantas raras e típicas;
  • Pedras denominadas agulhas do Zalala;
  • Morros do alto Caual;
  • Quedas do Massau;
  • Quedas de Camulungo;
  • Lagoas e rios em savanas abertas;
  • Verdadeira paisagística;
  • Artesanatos em junco, madeira e marfim;
  • Pontes de lianas (cordas);
  • Máscaras de vários tipos;
  • Instrumentos musicais típicos;
  • Cafezeiros em flores e a lagoa com o mesmo nome;
  • As ricas serras e savanas bem como as ruínas da fortaleza do Bembe;
  • Velhos monumentos da cidade do Uíge e belíssimas vilas;
  • Pinturas rupestres da Cabala;
  • Complexo piscina da cidade do Uíge;
  • Locais históricos de ocupação colonial e, fortins.

CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES

Os serviços dos correios:

Outrora com várias estações postais de 1.ª, 2.ª e 3.ª classe, estendendo-se respectivamente a Uíge, Maquel do Zombo, Damba, Mucaba, Quitexe, Milunga, Quimbele, Songo, Cangola, Bembe, Bungo, Sanza Pombo, Totó, Negage, e Macocola; Cuilo-Pombo, Bengo, Vista Alegre, Vale do Loge, Uamba, Caiongo, Aldeia Viçosa, Senguela, Buenga-Sul, Dimuca, Cambamba, Lucunga, Buenga Norte, Ambuila e Nsoso, são actualmente limitados à cidade do Uíge.
As comunicações

São asseguradas por telefone com rede Internet (na cidade de Uíge), rádio de telecomunicação administrativa (entre todos os municípios), telegrafia possibilitando as ligações internas e externa ainda com limitações. O serviço meteorológico, funciona debilmente, carecendo de apetrechamento.

ÁGUA E ELECTRICIDADE

Pela província do Uíge passam bastantes rios e a estratégia do passado permite fazer alusão de que possuía 8 pequenas hidroeléctricas com uma potência de 1.223 KVA e 147 centrais com uma produção de 6.181.129 KWH.

DOCUMENTOS

Documentos necessários: Passaporte e visto (válido por 2 meses e permite duas entradas)

Vacinas: Febre amarela é obrigatória

COMO CHEGAR

A província conta com cinco aeroportos, apesar de apenas dois encontrarem-se em actividade um na cidade do Uíge e outro no Negage, onde escalam várias aeronaves.

O Acesso por estrada pode ser feito a partir de Luanda, passando pela província do Bengo, chegamos ao Uíge.

ALOJAMENTO

A rede hoteleira da província regista infra-estruturas degradadas. Apenas duas (2) unidades funcionam debilmente. O ramo dispõe de: 8 hotéis, 8 pensões, 75 restaurantes, 4 centros recreativos, 5 boites, 23 lanchonetes e 1 dancing.

ALIMENTAÇÃO

Os hotéis possuem bons restaurantes. Os pratos típicos são muambas, nthsombe (espécie de larvas apanhadas em árvores, cozidas e tostadas) e catatos, acompanhados de funge ou verduras. A bebida típica é o Malavo (ou marufo), retirada da árvore chamada bordão.

Quedas do Bombo sobre o rio Cuilo

  • Lagoa do Feitiço
  • Lagoa de Luzamba e Mavoio
  • Lagoa do Sacapete
  • Vale do Loge
  • Busto do Heroi N’Bemba – fica na entrada do bairro N’Bemba N’Gango, no Uíge e foi um soba da cidade.
  • Igreja de São José – junto das pedras do Encoje, datada do século XVIII.
  • Fortaleza do Bembe – construída no século XX , fica situada junto a Igreja do Bembe.
  • Figuras rupestres de Kisadi
  • Pedra de N’Zinga N’Zambi (Toto)
  • Pedra de Kakula Quimanga
  • Pedra do Tunda – fica situado no Negage e era onde se fazia justiça matando os criminosos.
  • Ponte Mágica sobre o rio Vamba Wa M’Bamba
  • Ruína do Fortim de Maquela
  • Túmulo do Ancião Mekabango – grande guerreiro da resistência contra a ocupação colonial.
  • Túmulo do Rei M’Bianda-N’Gunga – Grande Rei e Guerreiro da Resistência a ocupação colonial.
  • Reserva Florestal do Beu – Com uma área de 1400 Km², a vegetação é do tipo mosaico, floresta densa. A reserva está limitada a norte pela fronteira com a República Democrática do Congo, a oeste com o rio Zadi, a leste com o rio Beu, a sul com a comuna do Beu.

ONDE RELAXAR

A Lagoa do Feitiço, que fica em Dambe, no município de Quitexe, e a Lagoa de Luzamba são propícias para banhos. Existe também a Lagoa de Mavoio, em Maquela Zombo e as quedas do Bombo sobre o rio Cuilo.

FESTAS E EVENTOS

As festas da Cidade acontecem de 1 a 7 de Julho, em toda a província.

ITINERÁRIOS

Província agrícola de clima tropical húmido possui uma fauna variada com a presença de elefantes, búfalos, antílopes, macacos azuis e outras espécies raras.

MONUMENTOS

  • Antiga Administração do Concelho;
  • Casas Antigas do Estado;
  • Busto do Heroi N`bemba;
  • Igreja de São José, junto das pedras do Encoje, datadas do século XVIII;
  • Fortaleza do Bembe, construída no século XX (situada junto da igreja de S.José);
  • Figuras rupestres de Kisadi;
  • Pedra de Nzinga N´zambi (Toto);
  • Pedra de Kakula Quimanga;
  • Pedra do Tunda (onde faziam justiça e morte aos criminosos)
  • Ponte Mágica sobre o rio Vamba Wa Mbamba;
  • Ruina do Fortim de Maquela;
  • Túmulo do Ancião Mekabango (grande guerreiro na Resistência contra a ocupação colonial);
  • Túmulo do Grande Rei e Guerreiro da Resistência a ocupação Mbianda-Ngunga.

DESPORTO E AVENTURA

Os rios são navegáveis, sendo também possível a prática da pesca desportiva.

DIVERSÃO

Existem algumas discotecas na Cidade do Uíge, uma delas no Grande Hotel.

 

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