Ricardo Lemvo anima gala do “Top”

Por Manuel Albano

Ricardo Lemvo é o convidado especial para animar a edição 2019 do concurso musical Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola, cuja gala de consagração realiza-se hoje, às 21h00, no Centro de Conferência de Belas, em Luanda.

O músico, que tem dividido a vivência entre o país e Estados Unidos, tem actuado com regularidade nos palco nacionais. Ricardo Lemvo, prefere canta, nos espectáculos, especialmente em língua kikongo, lingala, kimbundu, português e espanhol, com acompanhamento da própria banda, Makina Loca, com a qual gravou o primeiro disco “Tata Massamba”, em 1996.

Após este trabalho, o artista editou ainda os discos “Mambo Yo Yo”, “Ay Valeria”, “São Salvador”, “Isabela – Serenata Angolana”, “Retrospectiva Musical” e “La Rumba Soyo”, que devem também ser explorados no espectáculo, numa mistura de temas novos e alguns antigos sucessos escolhidos especialmente para a ocasião.

Os concorrentes

Este ano, concorrem ao troféu de artista mais querido dos ouvintes da RNA, a cantora Anna Joyce, com a canção (“Destino”), por sinal a única voz feminina entre os dez finalistas, Bessa Teixeira com (“Polumbutão”), Rui Orlando (“Me Leva Contigo”), Gerilson Insrael (“Casa Comigo”), Preto Show (“Pedra”), Halison Paixão (“Alma Gémea”), Jojó Goveia (“Recado”), Puto Português (“Paciência”), Yannick Afroman (“Bakongo”) e Cef (“É só Orar”).

Esta edição do concurso vai homenagear o cancioneiro angolano, com o tema “Cantares da Terra”, como forma de valorizar as diferentes línguas nacionais do país, no âmbito da promoção das línguas maternas e da música tradicional.

Via JA

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    Via panoramamédia

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    A banda Zaïko Langa Langa aproxima-se rapidamente do seu 56º aniversário, que decorre entre as duas festas de fim de ano. Para “animar” este período, estão disponíveis quatro músicas, a partir de 17 de outubro de 2025, em todas as plataformas digitais de download. A versão física deste maxi single, que será lançada em breve, tem o título homónimo “Makinu”, que significa “dança” em kikongo.

    “Makinu”, o título, pode dizer-se, foi uma escolha natural para esta orquestra, que domina melhor do que qualquer outra a arte de criar gritos e danças animadas que atravessam as eras desde o seu lançamento oficial no dia 24 de Dezembro de 1969.

    Pela primeira vez na música congolesa, Zaïko combina duas danças no mesmo álbum: “Awa te”, dançada com grande graciosidade, e “Mbrouss”, uma dança um pouco mais estrondosa, cujo nome foi emprestado do som produzido quando um jogador de futebol controla a bola com a sola. Este grito é também por vezes utilizado para reconhecer uma finta corporal e um passe de perna que os cantores tentam reproduzir.

    Para os nostálgicos, o grupo oferece ainda um remix da canção “Souvenirs Masa”, lançada em 1978, cuja interpretação testemunha tanto o peso do passado marcado por ilustres intérpretes como o usufruto de uma herança imensamente rica por jovens lobos como Vaugerard Onesime, Acouda, Gino Kanza, Alino Mangubu, Tshotsho Matiaba, entre outros.

    Via Afrique Echos Magazine (AEM)

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