Subsídio de exame da educação ganha novos contornos, Pitir admite falha administrativa

Por Alfredo Dikwiza

Uíge, 16/07 (Wizi-Kongo) – Hoje, no seio dos professores, voltou a merecer destaque o debatido assunto dos subsídios (exame/2019 e de ferias/2021). De um lado o Gabinete Provincial da Educação venha admitindo ter feito já o pagamento de ambos subsídios, enquanto os professores colocaram um travão duro e desmentem essa informação, quer nos encontros mantidos entre as partes, quer em outros círculos.

Assim, fazendo referências no adágio da “pedra dura, água mole bate, bate até que fure”, nesta quinta-feira (15/07), numa reunião decorrida na escola 68, presidida pela directora do GPE, Mpasi Mafuta Nova, o chefe do departamento de administração, finanças e planeamento, Pitir Manuel Bunga, desta vez, assumiu ser verdade de que o subsídio de exame referente ao exercício 2019, nunca foi pago e, sim, alegando que houve uma falha administrativa, a semelhança do que acontecera em 2011.

Com isso, como soube hoje, sexta-feira, o Wizi-Kongo, o assunto que no dia 01 do mês e ano em curso, levou a classe de professores às ruas, numa manifestação organizada por eles que exigia no pagamento dos dois subsídios, no caso, de exame e de férias, voltou a ganhar novos contornos, principalmente, nas redes sociais onde centenas e centenas de professores publicaram e partilharam pósteres de que desde o princípio estiveram certos e, que, agora aguardam o pagamento deste subsídio, por ser de seu direito.

Estamos quase ganhando essa causa, não vamos baixar os braços na exigência do que é nosso, enquanto decorrem também outros procedimentos sobre o desvio destes subsídios”, citam os professores e, continuam, agora, ele confessou de que não foram pagos os subsídios de exame de 2019, mas antes vinha sempre assumindo terem já feito os pagamentos, como se os professores estivessem a agir de má-fé.

A classe, admite ir até ao fim e depois do fim nesta causa da exigência dos seus subsídios, onde, o de férias 2019 que, igualmente, Amândio Vieira, secretário provincial do SINPROF local, assegurou num dos órgão estatal do Uíge, de que, este subsídio já foi pago. Porém, os docentes descordam disto porque em nenhuma outra província já se fez este pagamento e questionam como é que a província do Uíge afirme ter já feito o pagamento deste subsídio.

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