SHOW DE FALLY IPUPA ADIADO PARA JANEIRO

O dia 21 de Janeiro de 2023 é a data prevista para o tão esperado espectáculo de Fally Ipupa, após o cancelamento do show, inicialmente, agendado para o último sábado, devido à chuva que se abateu sobre a cidade de Luanda.

A informação sobre a nova data do espectáculo foi prestada, ontem, ao Jornal de Angola, por  Waldano Lukizaia, afecto à organização do evento. “O local, Estádio dos Coqueiros, mantém-se, bem como os bilhetes vendidos vão continuar válidos”, disse o produtor executivo.

No show de Fally Iputa estava previsto a participação especial do humorista angolano Calado Show.

Fally Ipupa Nsimba, mais conhecido como Fally Ipupa, nasceu  em Kinshasa, aos 14 de Dezembro de 1977. Cantor, compositor, dançarino, e produtor musical, Ipupa tornou-se conhecido no grupo de Koffi Olomidé, onde integrou o grupo Quartier Latin, ao qual Ipupa permaneceu sete anos e participou em seis álbuns e um maxi-single.

Em 2006, Ipupa assina em “Obouo Music” e faz parecer o primeiro álbum, “Droit Chemin”, que foi certificado como disco de ouro, um ano mais tarde. Com o primeiro álbum, tornou-se o primeiro artista congolês, desde JB Mpiana, em 1997, cujo primeiro álbum foi certificado como disco de ouro.

Atingiu sucessos internacionais com as músicas “Chaise Electrique”, com a “Olivia”, “Sexy Dance” com “Krys” e “Sweet Life”, confirmando a sua popularidade com o seu single de original publicado em 2014, e atingiu mais de 10 milhões de visualizações.

Em 2014, em apenas 8 anos de carreira e três álbuns a solo, e em 2020 realizou um concerto em Paris, no “accors hotels” arena “ex-bercy”, com mais de 20 mil fãs, e foi marcado com uma canção feita a modo “freestyle”, um remix de “jaloux”, de Dadju, agora cantado por dois artistas o próprio Dadju e Fally Ipupa que rimou.

Via JA

  • Related Posts

    JÚLIO GILL EMOCIONA COM NTONTA – UMA HISTÓRIA DE AMOR, PERDA E SUPERACÃO EM KIKONGO

    O cantor Júlio Gill apresenta o videoclipe oficial de “Ntonta”, uma canção profunda e emocional cantada em Kikongo, que aborda temas universais como o amor, a perda e a dignidade.

    A narrativa conta a trajetória de um homem que vê a sua companheira partir quando as dificuldades financeiras surgem, mas que, com o tempo, reencontra a prosperidade e o equilíbrio emocional. Quando a mulher arrependida tenta regressar, ele recusa, reafirmando que cada escolha tem um preço e que o verdadeiro amor nasce da superação — “Konso muntu yo nkazani”.

    Com produção musical de Chico Viegas e vídeo realizado por Original Vibe & Sala Record, o videoclipe de “Ntonta”é um espetáculo visual gravado em Luanda, com cenários que incluem Miami Beach – Ilha de Luanda e o Bar dos Colossos.

    A interpretação sentida de Júlio Gill, aliada à beleza da modelo Zenilda Teresa, torna esta obra um convite à reflexão sobre as voltas da vida e o poder do recomeço.

    Assiste agora ao videoclipe oficial de “Ntonta” no YouTube e mergulha na emoção desta história contada em som e imagem.

    Via panoramamédia

    “MAKINU”, DE ZAIKO LANGA LANGA, UM CONVITE ARDENTE PARA DANçAR

    Por Jossart Muanza

    Ao celebrar o seu 56º aniversário, Zaïko Langa Langa lança um novo maxi single, “Makinu”, que significa “dança” em kikongo.

    A banda Zaïko Langa Langa aproxima-se rapidamente do seu 56º aniversário, que decorre entre as duas festas de fim de ano. Para “animar” este período, estão disponíveis quatro músicas, a partir de 17 de outubro de 2025, em todas as plataformas digitais de download. A versão física deste maxi single, que será lançada em breve, tem o título homónimo “Makinu”, que significa “dança” em kikongo.

    “Makinu”, o título, pode dizer-se, foi uma escolha natural para esta orquestra, que domina melhor do que qualquer outra a arte de criar gritos e danças animadas que atravessam as eras desde o seu lançamento oficial no dia 24 de Dezembro de 1969.

    Pela primeira vez na música congolesa, Zaïko combina duas danças no mesmo álbum: “Awa te”, dançada com grande graciosidade, e “Mbrouss”, uma dança um pouco mais estrondosa, cujo nome foi emprestado do som produzido quando um jogador de futebol controla a bola com a sola. Este grito é também por vezes utilizado para reconhecer uma finta corporal e um passe de perna que os cantores tentam reproduzir.

    Para os nostálgicos, o grupo oferece ainda um remix da canção “Souvenirs Masa”, lançada em 1978, cuja interpretação testemunha tanto o peso do passado marcado por ilustres intérpretes como o usufruto de uma herança imensamente rica por jovens lobos como Vaugerard Onesime, Acouda, Gino Kanza, Alino Mangubu, Tshotsho Matiaba, entre outros.

    Via Afrique Echos Magazine (AEM)

    História do Kongo

    MBEMBA NGANGU: O HERÓI DO BEMBE QUE SALVOU UÍGE

    MBEMBA NGANGU: O HERÓI DO BEMBE QUE SALVOU UÍGE

    OS BASUNDI: POVO DO KONGO CENTRAL E HERDEIROS DE UMA ANTIGA PROVÍNCIA DO REINO DO KONGO

    OS BASUNDI: POVO DO KONGO CENTRAL E HERDEIROS DE UMA ANTIGA PROVÍNCIA DO REINO DO KONGO

    OS DIALECTOS KONGO DO GRANDE BANDUNDU

    OS DIALECTOS KONGO DO GRANDE BANDUNDU

    Os LAçOS ENTRE A PROVÍNCIA DO KWILU MA RDC E OS KONGO

    Os LAçOS ENTRE A PROVÍNCIA DO KWILU MA RDC E OS KONGO

    DO REINO DO KONGO A BANDUNDU: UMA HISTÓRIA POUCO CONTADA

    DO REINO DO KONGO A BANDUNDU: UMA HISTÓRIA POUCO CONTADA

    GRUPOS ÉTNICOS BAKONGO NA REGIÃO DE BANDUNDU/RDC (Kwango e Kwilu)

    GRUPOS ÉTNICOS BAKONGO NA REGIÃO DE BANDUNDU/RDC (Kwango e Kwilu)