Chefe de Estado gabonês fará abertura oficial do IV Ecobantu em São Paulo

O presidente da República do Gabão, Ali Bongo Ondimba, é o primeiro Chefe de Estado a confirmar presença no IV ECOBANTU – Encontro Internacional das Tradições Bantu, que acontecerá dia 4, 5 e 6 de maio próximo no Auditório Simón Bolivar, a avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Memorial da América Latina, Barra Funda, São Paulo, capital, Brasil.

O líder da República Gabonesa, conforme prometeu, estará acompanhado de uma forte delegação de Ministros e Diplomatas, além do diretor geral do Centro Internacional de Civilizações Bantu(CICIBA), professor Antoine Manda Tchebwa e outras personalidades de países do continente africano, da américa do sul, caribe, da Europa (França, Espanha, Alemanha, Itália, Portugal). O encontro, de amplitude e dimensão internacional, algo similar a um Fórum Mundial dos Bantu, tem como tema “Tradição Bantu no Brasil e África: Cultura, Costumes e Hábitos de Um Povo Transatlântico”, será desenvolvido através de mesas de palestras, conferências, debates, falas e cantos bantu com foco na contribuição do continente africano na construção do Brasil e formação da sociedade latina americana.

Como será o IV Ecobantu

Pré-programação doIV Ecobantu prevê show de abertura da atriz e cantora baiana Ana Mametto para em seguida outras intervenções culturais de grupos brasileiros e internacionais. Do Senegal, apresentação dos Tigres de África, composto com 25 dançarinos e liderado pelo seu diretor Assane Thiam e membro da Unesco, embaixador da cultura folclórica no Senegal; outra apresentação que deve chamar atenção será a do mais destacado rapper angolano, Naice Zulu. Intervenções culturais brasileiras ficarão por conta de grupos de “Jongo”, a exemplo do Jongo Dito Ribeiro, de Campinas, interior de São Paulo e Jongo da Serrinha, do Rio de Janeiro; e não faltará o “Makulelê”, “Samba de Roda” (Samba de Roda Nega Duda), “Samba de Umbigada”, Tambor de Crioula, Capoeira Angola e Regional, “Congada”, além de grupos de danças tradicionais do Gabão e de outros países da África bantu convidados. O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, cujo secretário José Luíz Penna tem se empenhado com especial interesse na efetiva realização do certame.

Projetado pelo Instituto Latino Americano de Tradições Bantu (ILABANTU), o IV ECOBANTU conta ainda com apoio de diversas e variadas lideranças de comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiros do Brasil, América Latina e África central, a exemplo do Centro Internacional de Civilizações Bantu (Ciciba), organismo intergovernamental sediado em Libreville, Gabão.

“Este IV Ecobantu será histórico porque temos conversado com frequência com organizações e personalidades do Brasil e do Exterior e estamos fazendo de tudo para receber e acolher bem nossos convidados, visitantes e participantes em geral de todos os cantos”, afirmou o coordenador geral do ILABANTU, Taata Katuvanjesi (Walmir Damasceno), que tem se dedicado em articulações com diversos setores sociais na busca de apoios visando a realização do Encontro.

Para a historiadora e fotografa Carla Cruz, coordenadora adjunta do IV ECOBANTU, trata-se de um evento de grande envergadura e importância nas mais diversas áreas, como cultura, filosofia, antropologia, história, e principalmente política para as comunidades tradicionais e para o fortalecimento da identidade negra, especificamente a dos bantu e sua grandiosa contribuição na cultura afro-brasileira e latina americana”
Pela sua dimensão, o evento chamou atenção do Governo do Gabão e o ministro de Estado da Economia, Comunicação Digital, Cultura, Artes e Tradições, Alain Claude Bilie By Nze, responsável pela Educação Popular e Instrução Cívica, e principal porta-voz do Presidente Ali Bongo Ondimba, anunciou oficialmente na semana passada em Libreville, capital do Gabão, em reunião de posse de Tata Katuvanjesi (Walmir Damasceno), como Representante do CICIBA para América Latina, que o mandatário gabonês estará na abertura do IV ECOBANTU dia 4 de maio, acompanhado de forte delegação de Ministros e Diplomatas.

Incursão angolana

Dia 19 de fevereiro, Tata Katuvanjesi (Walmir Damasceno), desembarcou na Capital de Angola, onde foi recebido por artistas, profissionais de imprensa, blogueiros, intelectuais e pensadores daquele país africano. Em Luanda o primeiro compromisso oficial do Coordenador Geral do ILABANTU foi na Casa da Juventude, na cidade satélite do Viana, onde participou da celebração do Dia Internacional da Língua Materna, atividade promovida pelo Instituto de Linguas Nacionais. No dia 22 outro compromisso institucional, desta feita com a Ministra da Cultura, Carolina Cerqueira a quem reiterou no sentido de que o Ministério da Cultura de Angola possa criar condições a fim de viabilizar a presença de alguns dos principais soberanos(Reis tradicionais) no IV Ecobantu, a exemplo do Rei do Bailundo e Ekuikui V, Rei Buba NVula Ndala Mana (Ndongo e da Matamba) e o poderoso Mfumu Mukongo (Afonso Méndes), substituto do Rei do Kongo e coordenador das autoridades tradicionais de MBanza Kongo, província do Zaire.

Participação politica

Aguarda-se com bastante entusiasmo confirmação de presença do Presidente de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, convidado oficialmente, bem como o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, os deputados Mário Pinto de Andrade, igualmente reitor da Universidade Lusíada de Angola, a consultora do Presidente angolano, antropóloga Ana Maria de Oliveira, além do perito em cultura bantu, deputado Almerindo Jaka Jamba.

Presença da academia intelectual internacional

Da academia intelectual internacional tem confirmada a presença da Italiana, de nacionalidade francesa, professora doutora em antropologia Stefania Capone, do Centro Nacional de Pesquisa Científica – França e pesquisadora convidada do Museu Nacional Rio de Janeiro; Isabel Florita Cardoso Fernandes, escritora/editora, investigadora em Ciências Jurídicas e Sociais, de Madrid; Espanha; de Portugal, o professor e doutorando em Linguística, angolano da Huíla/Lubango, Zezé Nguellekka, da Universidade Nova de Lisboa; de Luanda, o professor doutor José Pedro, diretor do Instituto de Linguas Nacionais; o pensador afrocrata e rapper angolano Isidro Fortunato e o também rapper Naice Zulu cantam músicas e participam de uma mesa de discussão. O professor angolano Patrício Batsîkama, grande expoente da academia intelectual pelos seus trabalhos acadêmicos é aguardado com expectativa para apresentação de suas pesquisas e estudos sobre “As origens do Reino do Kongo segundo a tradição oral”.

O historiador pretende abordar, também, outros temas atuais, como “Democracia no Reino do Kongo”, “Sistema político, económico, sociedade e religião no antigo Kongo”. O diretor do Banco Sol, Andrade Catanga Brás, que faz parte da delegação angolana, fará uma exposição sobre a influência da cultura umbundu, assim como o professor Bonifácio Tchimboto, diretor emérito do Instituto Politécnico Jean Piaget de Benguela, pesquisador de Linguas e Culturas Africanas, sobretudo Umbundu, bem como a angolana Judith Luacute.

Lesliana Pereira, antiga Miss Angola, atriz que interpreta o papel da rainha Njinga, filme Njinga, Rainha de Angola, tem presença confirmada. O filme, realizado por Sérgio Graciano e escrito por Joana Jorge, segundo a consultora histórica Isilda Hurst, não se limita aos aspectos históricos que marcaram a vida da rainha Njinga Mbandi.

Outra projeção cinematográfica prevista é “Kimpa Vita”. O filme conta a história da mãe da revolução africana, que segundo o seu produtor, Ne Kunda Nlaba, foi uma das maiores líderes africanas, na luta contra a escravidão e pela valorização da identidade do povo bakongo (grupo étnico bantu que vive ao longo da costa centro-africana). Nascida em 1684, Kimpa Vita foi condenada e assassinada.

“Qualquer pessoa que aprende sobre a história de Kimpa Vita fica surpreendido pelo carácter e coragem dela. O mundo precisa saber dela, principalmente o mundo afro-brasileiro e latino-americano precisa saber dos seus feitos, da sua influência”, disse em Londres, Ne Kunda Nlaba, diretor do documentário, cuja presença está confirmada.

Ne Kunda conta que, quando criança, ouvia sobre Kimpa Vita, mas que nunca aprendeu de verdade sobre a história da heroína angolana na escola. Aos poucos descobriu mais sobre a jovem corajosa de família nobre do Reino de Kongo (região onde hoje estão Angola, República do Congo, República Democrática do Congo e Gabão).

O encontro deve encerrar com o lançamento do primeiro CD Karavana da Saudade, do DJ, ator e produtor angolano Celso Roberto, que deve apresentar-se na companhia de vários outros cantores angolanos e da cantora, compositora e sambista carioca, Vilma Rosa, com o seu projeto “É pra sambar”.

Assessoria de Imprensa ILABANTU – IV ECOBANTU
Liliane Braga Ndembwemin: Tel.: 55.11.971711294

Fonte:http://inzotumbansi.org

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    SACERDÓCIO TOKOISTA

    Segundo o calendário tokoista, 25 de Julho de 2025 é o termino do ano Tokoista.

    Vamos aos cálculos simbolicos: 2+5 = 7, sete na simbologia tokoista é equivalente ao 7 reino, que actualmente esta sendo governado pelos Americanos (e o Papa Leão 14 faz parte). Para os tokoistas 7 acrescentando tres zeros, nos remete ao número 7 mil espíritos que surgiram na igreja desde setembro de 1982.

    25 também representa as tetagramas ilustrados na imagem em anexo.

    Quanto ao ano 26 que se avizinha do Calendário Tokoista, será o ano do reinado de Cristo [ Mayamona] com os seus Avauki’a Mpungu (Povo Eleito). Simbolicamente 2+6=8, o oito na simboligia quer dizer: Oitavo reino de Cristo e o 2 na tetagrama em anexo (o desenho que fez parte do ritual que derrubou o regime português) quer dizer ALFA E ÓMEGA, principio e o fim. Ou os 2 registos onde estão sendo alistados os bons e os mãos crentes.

    O ano de 25, é o ano que foi acorrentado o último demônio dos 7 mil que surgiram para destruir a igreja. Mais no calendário gregoriano vai faltar 5 meses, estes meses teram os seus acontecimentos: (1) vai o quinto anjo vai tocar a 5 trombeta, lembrando que a primeira foi tocada no dia 25 de Julho de 1949; (2) vai surgir muitas doenças e tentações, com poucas mortes, alguns Avaukia Mpungu vão pagar o preço desta desgraça para salvar a humanidade.

    De acordo com as profecias, todo o tokoista deve participar nos jenjus de Julho e Outubro. Dedicam e baptizem as crianças, realizem casamentos para os que estao de baixos dos mandamentos, reconcilien-se entre os casados e participem nos eventos da igreja. Vem ai a última etapa do TOKOISMO.

    MAKAYA ma NSI: Mu lusadisu kimbevo kya ntu

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    Kwa Tata PAUL “Redemptoriste”

    Kwa mitangi mya MAKAYA ma NSI

    Mambu mena mu nkanda wau matuka kwa bambuta za nsi a Kongo, mu dyambu dya sadisa baleke ba ntandu kyaki ye ba kwiza landi ku nima. I sa mu bambula kaka ntima vo mbongo zingi katuvene Nzambi mu kutusadisa muna mi nti mya nsi.. Idina ka lwendi kwa nganga-za-nkisi ko, bau mpe bavananga kaka makaya ma nsi kwandi, dimosi kaka bakudikanga: i sakisa mi nsiku ye zola vuna bantu, mpasi bafutisa mbongo za yingi za mpamba kwandi.

    Nsiku umosi kaka: KALA YE NGANGU MU TOMA SADILA MU SADILA NKANDA WAWU. K’ULUTISA TESO KO. YUVULA BAMBUTA, OVO KUZEYE WO KO NTI. KUBAKI KO.

    ———————————————————————————————————————–

    Kwa Nganga a Nzambi KIAMBI

    Tu tezele fyoti kaka mu sindika mi nti mina mu nkanda wawu. Tutudidi mu kapu kimosi mi nti ovo makaya mawonso matadilanga kimbevo kimosi; nkoso nimelo ifwete sadilwa bonso butusonekene yo. Mu lumbu kimosi ka tulendi vana mi nti miole kwa mbevo ko; ovo makaya mantete ka matondele nitu ko, ku nima lumbu kimosi evo bibiole, tulenda soba lukaya lwa nkaka. Kadi nwa makaya mayingi muna lumbu, kutwasa kimbevo kya kilendele vonda muntu.

    ———————————————————————————————————————-

    Mu lusadisu lwa kimbevo kya bwanga (tatika) e ntu

    1. Tuta MUINDU ye NTUNTU za MVALA,: tula mu ngongo, bosi kela mu mbombo (nzunu)

    2. Baka nkeni (mbutu, nginga) za MABUNDA-BUNDA: tuta, zenga mbele (nsamba) tatu va mbunzu ye mu mpati za luse, kusa bilongo vana va nueto nsamba.

    3. Baka Nginga za KIZIOKI: tuta zo, zenga nsamba tatu va mbunzu ye mu mpati za luse, bosi kusa bilongo.

    N.B. Nkansi yama mpasi.

    4. Baka makaya mampa (mantoko) ma MVALA DIFALA : zeka mo ye swena mu nzunu (mbongo)

    5. Baka MFUMFULA za MVETE (MUGETE) : zeka zo, sanga ye fi maza, bosi kela (kelolela, tula) mu nzunu.

    6. Sanga maza ma MALALA MA NSA, ye MBODI a DIKONDO : kela mu nzunu.

    N.B. Keba yama mpasi.

    7. Baka MVUMA za MANSIENSIE : zeka; bosi zenga mbele tatu va mbunzu ye mpati za luse ; bosi kusa e bilongo.

    8. Baka makaya mantoto ma MBOTA ovo ma LUMVUMVU, zeka; zaba nsamba va mbunzu ye mu mpati za luse; bosi kusa bilongo byabi.

    9. Baka bunia ya MWINDU: tuta, sanga ye matonsi ma malala; tula mu ngongo ye kela mu meso.

    Ntu bwanga mu dyambu dya nsuti zina mu mbombo:

    Baka NSOLOKOTO: Kotesa mu nzunu, nyukutisa muna nsuti si zabuka.

    Ntu mpasi:

    1. Baka maka ya ma TUMANTU (tomate): zokona ( zeka) ye tula mu mbombo ( nzunu).

    2. Baka MFUFULA za MUGETE (MVETE) sanga ye MPALAMBAKI ye LALA : tula mu ngongo ye kela bete (ntosi) dimosi muna konso disu.

    Kimbevo kya NTU

    Baka makaya ma Mbota : zenga nsamba tatu va mbunzu ye mu mpati za luse, bosi kusa bilongo.

    Muntu mwene mpasi mu dyambu dya mwini wingi ye vayikulu kyufuta kyayingi

    1. Tula 2 gr. ya MUNGWA mu ntutu amvimba wa maza, bosi nwa.

    2. Tula maza ma kyozi ku ntu, kusa ndungu mu malu, nwata mbele mukatula menga.

    Bilongo bya ntu :

    1. Baka MUNGWA a BASENZI ye NZONGO a TIYA ye NZONUNGU (mbutu za mfinda zina ntundubila) : Nika zo va tadi; bosi nwata nsamba tatu va mbunzu ye tula mu ndambu za luse. Sanga bilongo bya nikwa matonsi ma MALALA ma nsa, bosi kusa.

    N.B. Keba, yama mpasi.

    2. Baka tabaka (fumu) sanga ye DINSUSU-NSUSU: zeka ye tula mu ngongo, bosi kela mabete ( matonsi) matatu mu meso ye nzunu : mu nsuka, midi ye nkkela.

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