Conselhos do administrador de Kangola melhoram comportamento dos jovens

Por Alfredo Dikwiza

Kangola, 16/09(Wizi-Kongo) – Desde a sua chegada este ano vila, os constantes conselhos manifestados pelo administrador de Kangola, província do Uíge, Pedro Coxe Zua, estão a resultar significativamente na melhoria da mudança de comportamento dos jovens locais.

Por saber que os jovens da localidade de Kangola enveredam muito às brigas nas comunidades onde residem, para nibir essas atitudes, Pedro Coxe Zua, encontrou nos conselhos a sua arma forte capaz de consciencializar os jovens que dirige, por ser a maioria franja desta sociedade e a força motriz para o progresso do município almejado por todos, facto este que hoje, segunda-feira, foi captado pelo Wizi-Kongo, nesta vila, ao acompanhar uma conversa dos encarregados de educação.

“O número de brigas vai diminuindo há cada dia que passa, além disso nota-se ultimamente os jovens preocupados com os estudos, trabalhar e conviver em harmonia, fruto de estarem levar em consideração as chamadas de atenção e conselhos que sempre são pronunciados pelo nosso administrador, em suas visitas que realiza às demais comunidades”, conversam quatro senhoras, nos meados do mercado municipal, por volta das 16 horas.

Dava medo, disse uma delas, ver quase todas as semanas jovens do mesmo bairro ou de um bairro para o outro envolvidos em fortes combates, que, muitas das vezes terminavam em catanas, paus, garrafas e mesmo em tiros de armas de fabrico caseiro e, com isso, a quem perdia a vida e outros ficavam com ferimentos ligeiros e graves.

Ainda bem, que aos poucos vão tomando uma consciência de paz, acrescentou uma das presentes, mas essa proferiu suas palavras em língua materna kimbundu.

Por não ser um hábito frequente em serem entrevistadas, as mesmas não quiseram avançar seus nomes ao Wizi-Kongo, mas continuaram a dizer ” graças a Deus que temos um administrador que se preocupa com os jovens e com estabilidade das famílias, isso vai ajudando também nós como encarregados de educação, reforçar as palavras do senhor administrador, em nossas casas”.

Viver em união é melhor mesmo, como vai sempre pedindo-nos o tio Pedro Zua, admitiram. Nos outros anos “eh eh eh eh awuaaaa ummmm”, adossavam a conversa com estes termos entre as comadres, e soltavam-se dizendo, logo que as festas terminaram iríamos ouvir gritos de lamento e de lágrimas de um lado ao outro e também neste momento o hospital estaria repleto de feridos e tantos outros detidos na cadeia do comando municipal da Polícia Nacional, embora a essa altura pode não faltar lá um ou dois, por causa das confusões.

Enquanto falavam, viram o carro do administrador passar e disseram “dever ser que esta dar umas voltas em volta dos bairros, para saber como as famílias estão, por ser hoje tolerância de ponto, então, achou não ficar apenas em casa e vai passando pelos bairros, se ele continuar a trabalhar assim, é muito bom”, e, cruzaram os abraços, próprio do costume das mulheres quando estão entre conversas de comadres, infelizmente, não foi possível tirar-as também fotografia, por seus pedido.

Por certo, mesmo por aquilo que o Wizi-Kongo presenciou no primeiro e no último dia das festividades dos 59 anos da vila de Kangola, nos seus discursos, Pedro Coxe Zua, não se esqueceu em nenhum momento em apelar a união entre os munícipes da circunscrição e ao conselho aos jovens que pautem por princípio salutares.

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    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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