Administradora municipal destaca construção de infraestruturas

Uíge – A administradora municipal de Kangola, Piedade Samuel Hebo, destacou hoje (sexta-feira) a construção e reabilitação de infraestruturas sociais como ganhos da circunscrição, desde a conquista da paz em 2002.

Em declarações à Angop, a responsável disse que fruto da paz foi reabilitada e asfaltada a estrada entre Alfandega/Vila de Kangola e sede do município do Alto Kawale, viabilizando a livre circulação de pessoas e mercadorias.

Segundo disse, a circunscrição vem registando progressos nas condições de vida dos munícipes com a construção das 200 casas sociais, de escolas, postos de saúde, restabelecimento de sistema de energia eléctrica e água potável.

“Estamos a trabalhar no sentido de aumentar a rede escolar, com a construção de mais 40 escolas, para corresponder com a extensão territorial do município, em vez de apenas 47 que temos”, esclareceu a responsável.

O municpio de Kangola, dista 182 quilómetros a nordeste da cidade do Uíge, sede capital da província com o mesmo nome, possui uma população de 52.004 habitantes (Censo de 2014) distribuídos em 122 povoações e duas comunas.

Via Angop

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    Por Jeremias Kaboco| Jornalista

    Uíge, 14/07 (Wizi-Kongo) — Em uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos serviços de saúde primários, o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes Jorge, realizou nesta segunda-feira, 14 de julho de 2025, uma visita ao Centro Médico local, onde procedeu à entrega de botijas destinadas ao tratamento de insuficiência respiratória e outras urgências médicas.

    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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