Asfaltados 61 quilómetros da estrada Alfândega/Cangola

Uíge – Sessenta e um quilómetros e 360 metros da estrada Alfândega/Cangola estão já asfaltados para permitir uma melhor circulação de pessoas e bens na referida via, informou, sábado à Angop, o responsável da empresa de fiscalização da obra, Félix Silva.

Segundo o mesmo, apenas mil 360 metros estão por asfaltar e que já foram terraplanados. Falta tratar das valas de drenagem para facilitar o escoamento das águas pluviais.

As obras de reabilitação da estrada de Cangola, iniciadas em 2014, e paralisadas dois anos depois devido a crise financeira, estão a cargo da empresa Engevia.

O troço está a levar um asfalto de nove metros de largura e 15 centímetros de profundidade, com sinalizações de actualidade.

Félix Silva adiantou que a empresa Engevia, que retomou as obras ano transacto (2017), prevê entregar as mesmas no final do mês de Março do ano em curso.

O soba da sede de Cangola, Venâncio Kicando, disse que o melhoramento da estrada vai facilitar a circulação de pessoas assim como o escoamento de produtos da população da região.

Via Angop

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    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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