Lei de base do sistema de educação violado em escolas públicas no Uíge

Por Raul António

Uíge, 20/01 (Wizi-Kongo) – Arrancaram as matrículas oficialmente no país, no dia 16 do mês em curso, no Uíge, encarregados de educação e alunos estão insatisfeitos na província, devido da forma como algumas escolas estão a levar o processo, uma violação autentica da lei base do sistema da educação e ensino nas instituições públicas.

Essa posição, foi avançada pelo Wizi-Kongo, hoje, segunda-feira, nesta cidade, por uma fonte próxima da inspecção da educação, que, lamentou o mal atendimento dos cidadão, a exemplo, do que se regista, apenas para citar, em duas escolas da centralidade do Kilimosso no que concerne a cobrança abusiva nas matrículas de 1.400kzs, para os novos alunos e 1.900kzs, para as reconfirmações de matrículas.

” A lei de base n°170 de 7 de Outubro de 2016, I série no seu artigo 11° sobre a gratuitidade no sistema de educação e ensino, traduz-se na isenção de qualquer pagamento pela inscrição, assistência às aulas entre outros, e não vejo razão na cobrança excessiva de dinheiro”, frisou a fonte.

No colégio 22 de Novembro, no bairro Cemitério, na cidade do Uíge, colocou em risco centenas e centenas de alunos a beira de perderem o ano lectivo/2020, pois, a direcção daquela instituição de ensino, não consegue emitir as declarações e certificados aos alunos finalista da 9ª classe, e estes por sua vez, engessarem as instituições do liceu e não só, cujo prazo de matriculas encontra-se prestes a findar.

Por outro, disse um entrevistado ao Wizi-Kongo, os dirigentes escolares possuem uma meia culpa nestas situações, porque as orientações saem do comité provincial do MPLA. “Quando o director é membro do comité provincial, faz o que lhe convém e para ele a inspecção é um simples passa tempo”, afirmou.

Na centralidade do Kilumosso, disse outro entrevistado, todos os responsáveis das escolas são membros do núcleo “duro do MPLA, na Província”, com isso, eles fazem e desfazem o que bem querem e lhes apetece.

Outro problema, concluiu, uma encarregada de educação, é a preocupação manifestada pelos encarregados de educação, pelo facto de não existir vagas suficientes para as classes de base, nomeadamente, iniciação, 7ª até a 10ª classe, temendo que neste ano lectivo, muitas crianças ficaram sem estudar, para isso, apelam a quem de direito que resolva este problema antes que as crianças fiquem prejudicada.

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