Administradora de Kangola entra em acção e notifica taxistas para acertos dos preços

Por Alfredo Dikwiza

Uíge, 19/07 (Wizi-Kongo) – A administradora municipal de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, Isabel Kula, não deixou os seus créditos no alheio e entrou em acção, tendo notificado os taxistas que exercem a rota Negage/Kangola e vice-versa, para acertos dos preços altos registados actualmente, soube, hoje, segunda-feira, o Wizi-Kongo, de fontes seguras daquela instituição.

Como avançou a fonte, os taxistas foram convocados neste domingo (18/07), para, nesta terça-feira (20/07), estarem reunidos às 8 horas no clube multiuso local, seguindo, assim, deste modo, a iniciativa tomada pela sua colega do município do Sanza Pombo, que, na semana transacta, igualmente, reuniu na mesma com os homens do volante, efectivos da ordem e segurança, bem como cobradores e autoridades tradicionais, onde o tema principal era baixar os 2.500,00 para 1.500,00 e, no fim da reunião, fixou-se o valor de 1.500,00, quer na ida, quer no regresso.

Neste momento, de Negage para Kangola e vice-versa, num intervalo de 145 quilómetros de estrada, são cobrados 3.000,00, tanto na ida, como no regresso. Porém, pretende-se baixar o preço para 1.500,00, cujo objectivo é facilitar a livre circulação de pessoas e bens, entre as duas localidades e não só.

O município de Alto-Kauale, controla duas comunas, Caiongo e Bengo, 118 aldeias onde estão distribuídas as 52 mil e 400 habitantes (censo/2014), entretanto, as famílias deste município do Uíge, comunicam-se com duas línguas locais, que, são, Kigongo e Kimbundo, porém, a circunscrição é dirigida pelo administradora Isabel Kula. A mandioca, feijão, café, a caça, a pesca, e não só, são os suportes de sustento das famílias, que, maioritariamente são pobres.

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    Uíge, 14/07 (Wizi-Kongo) — Em uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos serviços de saúde primários, o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes Jorge, realizou nesta segunda-feira, 14 de julho de 2025, uma visita ao Centro Médico local, onde procedeu à entrega de botijas destinadas ao tratamento de insuficiência respiratória e outras urgências médicas.

    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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