Coveiros há mais de 9 meses sem salários

Por António André

Uíge, 16/06 (wizi-Kongo) – Coveiros que prestam serviço a Administração Municipal do Uíge, no cemitério municipal sentem-se desgastados, por estarem há mais de 9 meses sem salários.

Os oito (8 ) coveiros no Uíge, mostram-se revoltados com administração municipal, além dos salários, trabalham há mais de 15 anos no regime de contratados, recordando que vivem nas casas de renda e estão ser expulsos por não liquidar os valores da renda, “tudo porque a administração municipal não vêm com seriedade o trabalho que fizemos aqui por isso não nos pagam os nossos salários”.

Em entrevista a Wizi- kongo, o responsável dos coveiros municipal Eduardo Marques disse que enfrentam grandes dificuldades, sendo eles como trabalhador há 15 anos, sempre no regime de contrato, sendo que alguns deles estão numa idade avançada que “os procuram a proteção de segurança social, uma vêz que não há boa intenção do administrador municipal, que até ao momento actual, não nos é postos a efectividade”.

Disse ainda o responsável dos coveiros que, já há nove meses não recebem salários, dos quais 3 meses do ano passado e 6 meses do ano em curso, a administração municipal tem por conhecimento do assunto, que os mesmos foram prometidos a serem pago no mês passado e até ao momento actual, não há sinal por parte deles.

Durante a entrevista o responsável afirmou que, em muitos casos os coveiros trabalham em péssimas condições, “como falta de máscara, luvas, água, pois, pegam corpos de proveniência desconhecida, ou porque tem enterrado corpos desconhecidos sem se saber as causas da morte”.

Por outro lado, ouvimos o administrator municipal Emílio de Castro, que considerou a situação como sendo  crítica, sobre os pagamentos dos coveiros, ao passo que no critério passado feriam normas desde os seus contratos, em relação de hoje a situação é diferente, tendo em conta a gestão do OGE na qual tem normas e princípios para este fim.

O mesmo disse aos coveiros que está ser resolvido os seus problemas, mas no caso de salários não pode adiantar o mês para os seus pagamentos. Em relação as suas efectividades não há ainda alternativas, porque a peocupação maior é que alguns deles estão numa idade avançada, para serem colocados no regime de efectividade. A  intenção do administrador municipal, Emílio de Castro, de os efetivar no sistema do aparelho do estado.

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