Desenvolvimento de Alto-Kawele passa por união de todos

Por Alfredo Dikwiza

Kangola, 12/09 (Wizi-Kongo) –Tornar Alto-Kawale num contexto sustentável e mais desenvolvido com união de todos, principalmente os filhos e naturais de Kangola, província do Uíge, foi defendido hoje pelo administrador local, Pedro Coxe Zua como sendo uma das formas para garantir o bem-estar das famílias. A intenção do administrador da circunscrição foi manifestada hoje, quinta-feira, na sede de Alto-Kawale, município de

Kangola, 182 quilómetros a sudeste da cidade do Uíge, durante o culto ecuménico de acção de graças que antecedeu abertura das festividades de Kangola, desde que ascendeu a categoria de vila a 12 de Setembro de 1960, estando as festividades da quarta edição decorrerem sob lema ” Alto-Kawele 59 anos com esperito de união e solidariedade, rumo ao desenvolvimento”.

Segundo ele, rematou que o lema em causa visa chamar atenção para todos os munícipes afastarem-se do tribalismo e do regionalismo, bem como saberem respeitar a opinião dos outros e que os habitantes desta parte de Angola não devem fazer a justiça com mãos próprias, como em algumas vezes costuma acontecer, esquecendo-se para quem o prática que existe órgão de justiça que tratam de assuntos de desavenças.

“Não devem fazer a justiça com mãos próprias como têm acontecido em algumas vezes, queremos tornar o Alto-Kawale num contexto sustentável e mais desenvolvido com união de todos para o bem-estar das famílias”, sustentou e pediu em seguida os munícipes que festejem na base do amor e harmonia, por ser um direito e dever dos cidadãos.

Para presenciar o acto de abertura das festividades dos 59 anos de existência de Kangola, Afonso Luviluku, vice-governador para sector técnico e infraestrutura, em representação do seu superior hierárquico, Mpinda Simão, ao tomar a palavra disse fazê-lo com imensa satisfação e que deslocou-se a Kangola para anunciar que o seu governo grandes esforços estão sendo evidenciados para o desenvolvimento desta circunscrição.

Para isso, observou, estes esforços do governo devem ser acompanhados pela mudança de mentalidade dos munícipes locais, evitando a distribuição dos bens públicos já existentes e evitar serem os promotores e causadores de males no seio das comunidades. “Principalmente os jovens, devem evitar serem os causadores do mal, antes pelo contrário devem abstecer-se de acções que não ajudam as comunidades estarem em um ambiente salutar”, aconselhou, tendo, para isso, reforçado as seguintes palavras “durante as festividades da vila de Kangola sejam comemorados num ambiente de paz, amor e harmonia”.

Com uma estensão territorial de 2.975km2, ocupados por 61 mil e 964 habitantes, duas comunas (Kayongo e Bengo), 22 regedorias e 118 aldeia, numa densidade de 18 pessoas por cada km2, Alto-Cauele, sede da vila de Cangola, fica situado a sudoeste da cidade do Uíge a uma distância de 182 quilómetros. Limita-se ao norte com o município de Sannza Pombo, ao leste e sul com os vizinhos município de Malanje (Massango e Calandula) e oeste com os municípios de Negage e Púri, respectivamente.

É situado no paralelo 16 de latitude sul e 18 de longetitude do merigrãos de Grew, com clima tropical húmido e quente, com duas estações anuais, seco e chuvoso, possuindo recursos hídricos, florestais, inertes e solo arável favorável para a produção da agricultura.

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    KANGOLA MELHORA A CAPACIDADE DE EMERGÊNCIA RESPIRATÓRIA COM  O REFORÇO DE BOTIJAS DE OXIGÉNIO 

    Por Jeremias Kaboco| Jornalista

    Uíge, 14/07 (Wizi-Kongo) — Em uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos serviços de saúde primários, o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes Jorge, realizou nesta segunda-feira, 14 de julho de 2025, uma visita ao Centro Médico local, onde procedeu à entrega de botijas destinadas ao tratamento de insuficiência respiratória e outras urgências médicas.

    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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