Famílias da Terra Nova acudidas pelo administrador Emílio de Castro

Por Alfredo Dikwiza / Jeremias Kaboco

Uíge, 26/01 (Wizi-Kongo) – Há dois dias, o administrador municipal do Uíge, Emílio de Castro, deslocou-se na regedoria do Mbanza Kinguangua, concretamente, na aldeia Terra Nova, onde acudiu 26 famílias da localidade com a entrega de 414 folhas de chapas de zinco, com finalidades de recompor os tetos de suas casas que se encontravam em condições péssimas (cobertos de capim).

De alegria em alegria, igualmente, ficou estampado no rosto a satisfação dos jovens, crianças e dos mais velhos ao verem a entrega de material desportivo (equipamentos e bolas) a essa camada considerada como força motriz da sociedade, que, servirá para ocupar os seus tempos livres e, com isso, evitar que os mesmos enveredam ao consumo exagerado de bebidas alcoólicas e outras práticas reprováveis no seio das comunidades, bem como servir-lhes de utilidade para a massificação da modalidade rainha a nível da regedoria.

Mas, antes, Emílio de Castro e sua comitiva, passaram pelas aldeias do Culo, Senga, Dambi, Casseche e Pique, com vista a preencher o leque do convívio entre o governante e os governados, uma visita que deixou orgulhosa aquelas famílias, pois, para eles, só desta maneira, será possível identificar os maiores problemas por eles enfrentados e, concomitantemente, serem dados as soluções para o bem-estar daquela comunidade.

Para isso, na comitiva do administrador municipal do Uíge, também fazia parte os membros ligados a direcção de saúde pública do referido município, que, realizou uma campanha massiva de rastreio da malária, onde fez 223 teste de diagnóstico rápido (TDR), 128 dos quais deram em resultados positivos e outros 95 em negativos.

Assim, aqueles técnicos de saúde do município do Uíge, redobraram os seus esforços em assistir os cidadãos que deram em positivo com a malaria, cujo objectivo é garantir a saúde sã daquelas famílias e evitar que as mesmas desloquem-se em outras localidades em busca da assistência medica e medicamentosa. E, a ocasião serviu para eles, para a distribuição de mosquiteiros, quer para os doentes, quer para os saudáveis, bem como beneficiaram de conselhos uteis sobre a importância do uso do mosquiteiro.

Cumprimento com as medidas de higiene, a exemplo, entre outros, em manter a aldeia e as suas casas limpas, esvaziar os charcos de águas paradas juntos das casas, bem como não uso de roupas escuras nas lagoas onde as mulheres depositam a mandioca, que, a posterior passa para bombom e fuba, igualmente, foram apontados como conselhos benéficos para evitar a propagação da malária a nível da comunidade.

Por aquilo que o Wizi-Kongo apurou, o administrador municipal, não quer surpreender ninguém, isto é, as demais aldeias a nível da circunscrição que dirige e, reafirmou que este é um processo que irá decorrer frequentemente, para, com isso, ir dando as respostas de forma paulatina aos reais problemas que afligem a população.

Emílio de Castro, entregando material desportivo.
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