Futura secretária-geral da OMA apresentada no Uíge

Imagem de Alfredo Dikwiza/WKS

Por Alfredo Dikwiza

Uíge, 27/02 (Wizi-Kongo) – Ao meio da noite desta sexta-feira (26/02), na cidade do Uíge, na presença de militantes da JMPLA, MPLA, amigos e simpatizantes, acabava por ser apresenta, Joana Tomás, como futura secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), braço feminino do partido dos camaradas, a ser eleita no 7º congresso ordinário da referida organização, a ter lugar em Março de 2021.

Na ocasião, o anfitrião, José Carvalho da Rocha, governador provincial e 1º secretário do MPLA do Uíge, bem como membro do Burreau Político do Comité Central do MPLA, aproveitou-a para desejar as suas boas vindas a Joana Tomás e, assegurou em garantia, um total apoio a direcção do partido com vista a concretização exitosa do programa da sua jornada de 24 horas a província do Bago Vermelho. Joana Tomás, jornalista de profissão pela Televisão Pública de Angola (TPA) e membro do Bureau Político do Comité Central do MPLA, que irá substituir, Luzia Inglês, há 22 anos no cargo, surpreendeu-se pela forma calorosa e apoteótica como foi recebida, tendo, por isso, a emoção tomado conta de si e, em declarações à imprensa, admitiu que não esperava tamanha recepção e admitiu sentir-se em casa, porque foi no Uíge onde aprendeu o ABC e não poderia terminar a sua campanha, sem antes passar nesta região.

Não apenas neste período de campanha, mas também durante o mandato, foi nestas palavras, que, Joana Lina, pediu o seu apoio das militantes e, não querendo ser ingrata, a futura candidata ao cadeirão máximo da OMA, renovou a sua profunda gratidão ao presidente da república de Angola e do MPLA, João Lourenço. Também, aquela política, deixou claro que durante o seu mandato vai trabalhar com dedicação e empenho, igualmente, agradeceu tamanha gratidão pela confiança depositada a filha de um humilde pastor, para, num futuro breve dirigir a maior organização feminina do país. Joana Tomás, de 51 anos, é formada em Brasil.

Em 2004, rebatou, em Luanda, capital de Angola, o prémio Moboque de jornalismo, edição 2004 e, é desde 2018 directora do canal internacional, cargo (directora) que ela exercia na província do Kwando Kubango, pela mesma estação televisiva.

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