Governador pede celeridade na conclusão das obras do PIIM

Uíge – O governador provincial do Uíge, José Carvalho da Rocha, pediu, nesta quarta feira, mais celeridade na execução das infra-estruturas sociais, enquadradas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), em curso no município de Milunga.

O governante, que visitou o município do Milunga,  fez esse pedido em função do atraso das obras de duas escolas de 12 e sete salas, cuja conclusão estão previstas para o próximo mês de Fevereiro, mas a execução física estão apenas em 26 por cento.

Manifestou-se preocupado com o facto de alguns empreiteiros terem já recebido 15% do valor global das empreitadas, mas obras registam atrasos na sua execução física.

No quadro do PIIM, estão em curso, no município de Milunga, um total de oito projectos a maioria do sector da educação e da saúde, iniciadas no mês de Setembro de 2020.

Informou que o governo vai continuar a colaborar com administração municipal para que as obras do PIIM sejam aceleradas e entregues este ano.

Por outro lado, esclareceu que constituem prioridade no município de Milunga a reabilitação de estradas, água canalizada, energia eléctrica e outros serviços essenciais.

O município de Milunga tem 96 escolas com 421 salas, onde estudam 24 mil 86 alunos.

Milunga dista 227 quilómetros a nordeste da cidade do Uíge.

Via Angop

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    ESTANCAMENTO DE RAVINAS EVITA RUINA DE SANTA CRUZ

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 30/03 (Wizi-Kongo) – A sede de Santa Cruz/Milunga, voltou a respirar de alívios, fruto das obras iniciadas no dia 24 do mês e ano em curso a cargo da empresa AGFC que estão no estancamento de seis (6) ravinas que ameaçavam arruinar a vila localizada a 235 quilómetros a nordeste da capital da província do Uíge, anunciou hoje, o administrador local, Euclides Jorge Laurindo Garcia.

    Em declarações ao portal Wizi-Kongo, disse que a circunscrição que dirige, cadastrou um total de 51 ravinas, estando seis na sede da vila (Santa Cruz), 31 no perímetro da estrada que inicia na comuna de Macocola/Santa Cruz e outras 14 localizadas em volta da comuna de Macocola, respectivamente.

    Segundo assegurou, ao longo da estrada Macocola/Santa Cruz, têm feito alguns trabalhos paliativos por parte da empresa AGFC com vistas a evitar estragos maiores que possam impedir a livre circulação de pessoa e bens, assim como, a nível da administração planificou-se a realização de campanhas permanentes que visam prevenir a progressão de ravinas com menores dimensões.

    De olhos postos no andamento das obras de desmantelamento das ravinas na Santa Cruz, Euclides Jorge Laurindo Garcia, pediu ao encarregado da empreitada que reporte-o de todas às dificuldades que forem encontradas no terreno, para que, deste jeito, se alcancem êxitos esperados na execução dos trabalhos em curso.

    Sanza Pombo, Kangola, Kimbele, Nova Esperança (Buengas) e Milunga, são os municípios a nível da região do Uíge, que mais apresentam casos deste fenómeno natural, que ameaça em muitas partes a livre circulação de pessoas e bens.

    Com um espaço territorial de 217 quilómetros quadrados, o município de Milunga é limitado a norte pelo município de Kimbele, ao sul a vizinha província de Malange, ao oeste o município de Sanza Pombo e ao leste a República Democrática do Congo (RDC). Porém, a circunscrição possui rios, flora e fauna abundante em muitas espécies.

    O município de Milunga possui três comunas, nomeadamente, Macocola, Macolo e Massau. Entretanto, os habitantes locais sobrevivem da agricultura de subsistência, produzindo vários produtos que abastecem a sede da província do Uíge, de Malange e a capital do país, Luanda.

    PROMESSAS DE ELECTRIFICAÇÃO DA REGIÃO VOLTAM A SOAR NO UÍGE 

    Redação| Wizi Kongo 

    Uíge, 05/02 (Wizi-Kongo) – Em 2022, nas vésperas das últimas eleições gerais ganhas pelo MPLA, assistiu-se um festival a nível da região do Uíge, de lançamentos de primeiras pedras para construção de subestações elétricas na maioria dos municípios locais, porém, passados quase três (3) anos, não se viu a movimentação da água, nem a ir e muito menos a vir na concretização deste projecto que muito na altura orgulhou os habitantes do Bago Vermelho.

    Outra vez, em vésperas das eleições gerais/ 2027 (ainda sem dia e mês definido), as promessas para electrificação dos actuais 19 municípios sem corrente eléctrica, entre os 23 que compõe essa região do norte do país, voltaram a soar de viva voz por via do titular da pasta de Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, nesta cidade, concretamente, na última terça-feira (04/02), em dia da celebração do Início da Luta Armada de Libertação Nacional/1961, cujo acto central/2025, decorreu na vila de Negage/Uíge.

    Entre os actuais 23 municípios da província do Uíge, apenas quatro (4), nomeadamente, Uíge, Negage, Makela do Zombo e Sanza Pombo, possuem corrente eléctrica pública, estando neste momento, às escuras 19 outras vilas, que são, Bungo, Songo, Ambuíla, Quipedro, Bembe, Songo, Mucaba, Damba, Nsosso, Vista Alegre, Púri, Quitexe, Alto-Cauale, Kimbele, Nova Esperança, Lukunga, Sacandika, Massau e Alto Zaza.

    No seu anúncio, João Baptista Borges, assegurou que, às empreitadas das obras de expansão da rede eléctrica pública, nos municípios do Uíge sem corrente eléctrica, darão o pontapé de saída no mês de Abril, caso falha, então, os trabalhos arrancaram no mês de Maio do ano em curso.

    Injectados para o aludido projecto mais de USD 300 milhões, será executado em fases, devendo na primeira fase abranger a construção das linhas de transporte e de subestações elétricas, os municípios do Bungo, Bembe, Songo, Púri, Kitexe, Damba, Kitexe, Mucaba e Ambuíla.

    E, sem saber quando será, já na outra fase, no caso, a segunda, certamente, integrará a construção das linhas de transporte e de subestações elétricas, os municípios da Nova Esperança , Alto-Cauale, Kimbele, Lukunga, Sacandica, Kipedro, Nsosso, Vista Alegre, Massau e Alto Zaza, respectivamente. Entretanto, a província do Uíge, é um pilar forte na agricultura de Angola, pelo que, uma vez esteja electrificada, será muito mais benéfica ainda no aumento da produção agrícola e na transformação dos produtos por colher.

    História do Kongo

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