Kangola: Ladrões de cabritos surpreendidos por moradores da aldeia

Por Alfredo Dikwiza

Uíge, 18/10 (Wizi-Kongo) – Um grupo de ladrões que dedicavam-se ao roubo de cabritos na aldeia Euemita, município de Kangola, província do Uíge, foram surpreendidos nesta segunda-feira (18/10) de manhã por moradores locais, numa altura em que cortejavam já um animal abatido e, concomitantemente, prenderam-os acima de muita surra e levados até ao comando municipal da polícia, onde se encontra encarcerados.

Segundo informações de um dos moradores do Euemita recolhidas pelo Wizi-Kongo na noite desta segunda-feira, na sede da vila de Kangola, avança que o suposto grupo já vêm a praticar estes actos há tempo e, várias vezes já foram chamados atenção, mas não acataram os conselhos. Desta vez, acrescenta, os proprietários dos animais e outros, tiveram que organizar-se e mantiveram a vigilância que culminou com a detenção dos implicados, que, por sinal, igualmente, são moradores da mesma aldeia.

Como disse, existe uma lei aprovada na aldeia de consenso de todos, que, quem rouba uma cabeça de cabra e for apanhado, deve pagar dez (10) e se for um grupo de cinco pessoas, por exemplo, se roubarem uma cabra, os cinco, deverão pagar dez (10) cabeças de cabrito, cada, cuja medida visa disciplinar os actuais gatunos e desencorajar quem vê por essa via uma alternativa de prejudicar os outros.

Pela hora que chegou a informação, o Wizi-Kongo, não conseguiu ir no comando municipal da polícia nacional para saber o real número dos detidos, bem como das idades correspondentes e do tratamento que será dado aos mesmos.

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    Uíge, 14/07 (Wizi-Kongo) — Em uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos serviços de saúde primários, o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes Jorge, realizou nesta segunda-feira, 14 de julho de 2025, uma visita ao Centro Médico local, onde procedeu à entrega de botijas destinadas ao tratamento de insuficiência respiratória e outras urgências médicas.

    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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