Sobas de Kangola pedem construção de infraestruturas de renome

Por Alfredo Dikwiza

Kangola, 12/09 (Wizi-Kongo) – A construção de pontes, asfaltagem de estrada, agência bancária, aumento de professores e de enfermeiros, foram pedidos nesta quinta-feira, na sede de Alto-Kawele, pelas autoridades tradicionais por via de uma mensagem lida no acto de abertura dos 59 anos de existência de Kangola, assinalados hoje.

A conclusão do hospital municipal paralisado há anos, construção de sistemas de captação de água a nível das sede das regedorias e fornecimento de energia elétrica quer seja da barragem de Capanda, em Malange ou de Laúca, constaram igualmente na mensagem proferida pelos sobas do município de Kangola, 181 quilómetros a sudeste da cidade do Uíge.

O manifesto foi tornado público durante o culto econômica de acção de graças que antecedeu abertura da quarta edição das festividades da vila de Kangola que decorrem sob lema “Alto-Kawele 59 anos com esperito de união e solidariedade, rumo ao desenvolvimento”. Como disseram, o desenvolvimento deve ser uma constante, para isso, propõe-sea necessidade que se asfalte a estrada da sede de Kangola a comuna do Bengo, numa distância de aproximadamente 45 quilómetros, bem como na construção de pontes sobre os rios Lukala, Lulovu e Buingigi, com vista a facilitar a circulação de pessoas e bens de um parte a outra e construção de um instituto médio politécnico, na sede da vila.

No final do culto, em declarações ao Wizi-Kongo, na sede de Alto-Kawele, Kanga, os jovens residentes identificados de Mauro Pedro, Luamba Matamba e Oscar Cassule louvaram com altas estima os pedidos feito pelas autoridades tradicionais ao governo provincial liderado por Mpinda Simão, aquém eles depositam suas confianças na resolução destes e mais problemas junto de suas comunidades.

“Sentimos que estamos bem representados pelas autoridades tradicionais, na sua mensagem eles foram logo no problema que são de interesse comum e preoritário a nível do território de Kangola, pelo que, esperamos que estes problemas apresentados sejam tido em conta para o desenvolvimento do nosso município, uma vez respondidos”, afirmaram.

Falta muito por se fazer aqui, acreditaram, mas o que foi solicitado pelos sobas uma vez atendido logo o município irá marcar passos progressivos e, com isso, se irá fazer outros pedidos, além das iniciativas do próprio governo na construção de infraestrutura sociais e não só a nível da localidade, tendo acrescentado que por parte dos jovens estão mais preocupados com a falta de fábricas e projectos de grandes dimensões que possam garantir-lhes o primeiro emprego.

Situado no paralelo 16 de latitude sul e 18 de longetitude do merigrãos de Grew, com clima tropical húmido e quente, com duas estações anuais, seco e chuvoso, possuindo recursos hídricos, florestais, inertes e solo arável favorável para a produção da agricultura, o município de Kangola possui uma estensão territorial de 2.975 km2, ocupados por 61 mil e 964 habitantes, duas comunas (Caiongo e Bengo), 22 regedorias e 118 aldeia, numa densidade de 18 pessoas por cada km2, Alto-Kawele, sede da vila de Kangola, fica situado a sudoeste da cidade do Uíge a uma distância de 182 quilómetros.

Limita-se ao norte com o município de Sannza Pombo, ao leste e sul com os vizinhos município de Malanje (Massango e Calandula) e oeste com os municípios de Negage e Púri, respectivamente.

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    Uíge, 14/07 (Wizi-Kongo) — Em uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos serviços de saúde primários, o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes Jorge, realizou nesta segunda-feira, 14 de julho de 2025, uma visita ao Centro Médico local, onde procedeu à entrega de botijas destinadas ao tratamento de insuficiência respiratória e outras urgências médicas.

    Durante a visita, o administrador percorreu diversas áreas da unidade hospitalar, avaliando as condições de trabalho dos profissionais e dialogando sobre as principais carências enfrentadas pelo centro. A entrega do equipamento, realizada diretamente à direção da instituição, foi destacada por Kiaku como fundamental para a estabilização de pacientes em estado crítico.

    “Essas botijas representam um passo importante na ampliação da capacidade de resposta do centro médico, especialmente diante de casos respiratórios agudos,” reforçou o administrador.

    O gesto foi reconhecido pelo diretor clínico do centro, Nufuenquenda Idóneo Miguel Kama, que agradeceu em nome da equipa médica. “Esta entrega demonstra um avanço significativo, pois reforça a nossa capacidade de resposta, especialmente em situações de emergência. Agradecemos ao executivo pelo empenho e pela atenção dedicada à saúde em Kangola,” afirmou.

    A iniciativa reforça o compromisso do governo local com o bem-estar da população e o aprimoramento contínuo dos serviços públicos de saúde.

    ENFERMEIROS RECORREM AS LANTERNAS DE TELEMÓVEIS PARA ATENDER DOENTES

    Alfredo Dikwiza|Jornalista

    Uíge, 28/05 (Wizi-Kongo) – A falta de combustível para bastecer o grupo gerador municipal e o alternativo da (Comissão Nacional Eleitoral/CNE), deixou um rasto de problemas no centro municipal de saúde de Kangola, 182 quilómetros da sede da cidade do Uíge, obrigando os enfermeiros e médicos recorrerem as lanternas dos telemóveis para atenderem os doentes no período nocturno.

    A situação, de acordo com fontes fidedignas que falaram hoje, quarta-feira para o Wizi-Kongo, é de conhecimento público e os doentes que deram entrada nos últimos daquela unidade sanitária, sabem bem no que passaram, que é tão preocupante porque mesmo com auxílio da lanterna, não se consegue trabalhar de maneira adequada, evitando acidentes no atendimento aos pacientes.

    Sabe-se que, o centro municipal de saúde de Kangola ou hospital municipal como também é designado, não possui de um grupo gerador particular, pelo que, depende da corrente pública, através do grupo gerador ou da energia eléctrica do gerador da Comissão Nacional Eleitora/CNE, e como ambos estão sem combustível, então a unidade sanitária viu-se a enfrentar as consequências.

    Quanto as questões relacionadas com as seringas, anestesias e alguns fármacos, eles admitiram a existência dos mesmo no hospital, mas reconheceram a falta de um entre outro remédio, que são passados nas receitas e cada um recorre a uma farmácia para efectuar a compra.

    Até o desfecho desta matéria, este portal procurou manter contacto com o administrador municipal de Kangola, Kiaku Fernandes, mas não teve sucessos, uma vez que, fontes locais apontam o dedo ao responsável máximo daquela unidade sanitária, que, pouco fica no hospital.

     

     

     

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